Sexta, 19 Outubro 2018 | Login

 

Incêndio amigo na campanha petista. Com certeza, o Haddad e nem o mais pessimista petista poderiam esperar isso a menos de duas semanas do segundo turno

 

Normalmente, chama-se de fogo amigo, quando vaza na imprensa alguma frase de um correligionário criticando um companheiro de partido. Mas, o que aconteceu em Fortaleza, na noite de segunda-feira, 15, foi um verdadeiro incêndio na campanha do petista Fernando Haddad. Parece que deu PT (Perda Total).

No lançamento da campanha de segundo turno no Ceará, um dos convidados a falar foi o senador eleito, Cid Gomes (PDT). Irmão de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, Cid foi eleito com apoio dos petistas.

Ao iniciar sua fala, Cid sugeriu que o PT fizesse um mea culpa e pedisse desculpas pelos erros cometidos. Aí, os petistas começaram a vaiá-lo e o Cid subiu o tom.

"Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira", disse. Ao ser interrompido, afirmou: "É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição. O PT queria ser dono do Brasil e o Brasil não tem dono", afirmou.

Ao ser interrompido mais uma fez, com gritos a favor de Lula, Cid jogou gasolina e ateou fogo no evento de Haddad. "Lula o quê? Lula tá preso, ô babaca. O Lula tá preso. O Lula tá preso. E vai fazer o quê? Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição", reagiu Cid.

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1993104620779768?

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Nesta terça-feira, 16/10, um dia depois de o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) se envolver em uma discussão com militantes do PT ao cobrar um 'mea culpa' do partido, o candidato da sigla ao Planalto, Fernando Haddad, disse acreditar que o político vai dar uma declaração explícita de apoio a ele até o dia 28.
"Vamos ter o Cid dando uma declaração explícita sobre a minha candidatura porque ele sabe o risco do (Jair) Bolsonaro ser presidente", disse Haddad à Rádio Jornal Meio Norte, do Piauí.
Ontem à noite, após elogiar Haddad, Cid Gomes afirmou em evento em Fortaleza que membros do PT "têm de pedir desculpas, têm de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira". Ele foi vaiado pela militância, que o interrompeu aos gritos de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". "Lula tá preso, ô babaca. Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder", disse o senador eleito, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação.
Questionado sobre se espera o apoio também de Ciro Gomes, que conquistou 13,3 milhões de votos no primeiro turno, Haddad afirmou crer que "estes dois grandes brasileiros assumam a responsabilidade com o País".
Em um sinal de afago aos irmãos Gomes, Haddad citou várias vezes o Ceará como exemplo de política pública nas áreas de educação. "Tem cidades do Sul e do Sudeste copiando exemplos do Ceará", afirmou, em uma das passagens.
 
Logo após terminar o primeiro turno, o PDT adotou um "apoio crítico" ao candidato Fernando Haddad, afirmando que o partido indicaria votos ao petista, porém, sem a intenção de participar de um possível governo de Haddad. Um dia após a votação, Ciro Gomes viajou para Paris e só voltará na semada anterior à votação do segundo turno. Isso frustrou os planos petistas que esperavam ver Ciro Gomes fazendo campanha ao lado de Fernando Haddad. (Fonte: O Estado de Minas)
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Mais uma vez o PT tenta enganar o eleitorado brasileiro, tirando o vermelho e colocando azul e amarelo nas peças da campanha

 

Depois de mentir durante toda a pré-campanha, afirmando que o seu candidato à Presidência da República seria o Lula, sabendo, porém, que isso seria impossível, uma vez que, preso e condenado em segunda instância da Justiça por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente não poderia ser candidato pela Lei da Ficha Limpa, o partido lançou Fernando Haddad.

Bandeiras petistas

Durante toda a campanha, Haddad, que não foi reeleito prefeito de São Paulo, em 2016, ia todas as segundas-feiras, à cela de Lula, em Curitiba, pedir informações e diretrizes para a campanha petista. Nada era feito sem a autorização de Lula.

Também durante toda a campanha, o discurso de Haddad era colado à imagem de Lula. Se apresentava em alguns eventos até usando uma máscara do ex-presidente. E tanto Haddad, como as maiores lideranças petistas, repetiam sempre que "Lula terá papel de destaque no governo de Haddad". O próprio candidato afirma que o seu governo tem como objetivo trazer novamente o "Brasil de Lula".

Haddade é Lula

Com esse discurso, os petistas esperavam que Haddad fosse para o segundo turno coladinho ou até à frente de Jair Bolsonaro, do PSL. Porém, o recado das urnas foi bem diferente.

O antipetismo e a decepção do povo brasileiro com a situação caótica do país, como os 14 milhões de desempregados e a falta de segurança, falaram mais alto. Haddad avançou mas com 18 milhões de votos atrás de Bolsonaro.

Como viram que Lula não transferiu todos os seus votos para Haddad, agora, a campanha petista resolveu mudar de rumo. Pela divulgação das primeiras peças de publicidade da campanha, o PT tenta esconder Lula e também as cores vermelhas. A estrela já não aparecia há tempo.

Nesta terça-feira, 08, o próprio Lula mandou um recado ao Haddad impondo que ele não o visite mais na PF de Curitiba.

Mas, depois de tantas enganações, até que ponto essa nova estratégia do PT vai funcionar para o eleitorado? Tirar Lula e o vermelho da campanha será que vai fazer o eleitor de outros partidos achar que eles abandonaram mesmo a bandeira vermelha, como as bandeiras do MST (Movimento do Sem Terra), ou do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), sob o comando de Guilherme Boulos?

As novas cores da campanha de Fernando Haddad podem ser confundidas com as cores do PSDB. Agora, resta esperar se os eleitores tucanos, por exemplo, vão acreditar. (Renato Ferreira)

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Candidato do MDB ao governo de São Paulo afirma que o país precisa de um governo "com seriedade absoluta, sem corrupção e que pense no Brasil"
O candidato do MDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, declarou nesta quinta-feira, 04/10, seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência em um eventual segundo turno contra Fernando Haddad (PT).
"Não tenho dúvida nenhuma de que em um segundo turno entre o PT e o Bolsonaro eu apoiarei o Bolsonaro", afirmou o presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Neste momento, Skaf diz sentir a possibilidade de vitória de Bolsonaro já no próximo domingo (7). “Se der o resultado em um primeiro turno, eu vejo com bons olhos, porque o Brasil não correria riscos”, avalia ele, que garante seguir ao lado de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, neste primeiro turno.
Ao defender Bolsonaro, Skaf avalia ter um plano de governo semelhante ao do militar da reserva. "Da mesma forma que eu não aceitei nenhum tipo de coligação para estar totalmente desimpedido de montar um governo com pessoas sérias e competentes, o Bolsonaro também não aceitou e está com a mesma liberdade", completa.
Skaf ainda classifica a possibilidade de vitória de Haddad como "um risco" para o país. "O PT já teve a oportunidade e nós já vimos o resultado. Neste momento, eu creio que o que o Brasil está precisando é um governo diferente, com seriedade absoluta, sem corrupção e que realmente pense no Brasil", afirma.(Fonte: Conteúdo R7)
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Mais um lamentável acontecimento na imagem do Brasil que já está afundado no caos político e na corrupção.

Nesta quinta-feira, 06/09, Jair Bosonaro, candidato à Presidência pelo PSL, sofreu um atentado enquando participava de uma passeata no Centro de Juiz de Fora, zona da Mata de Minas Gerais. O homem que esfaqueou Jair Bolsonaro foi preso e identificado como Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos. Ele, que mora em Montes Claros (MG), confessou o crime e quase foi linchado pela multidão antes de ser preso em flagrante.. Adélio é ex-filiado do PSOL, simpatizante do PT e registra o "Fora Temer" na sua rede social.

Após ser socorrido, Jair Bolsonaro foi levado para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde ficou internado na UTI. O golpe teria provocado ferimentos, principalmente, nos intestinos grosso e delgado do presidenciável.

Afinal, estamos num Brasil democrárido ou numa Venezuela destruída por ditadores?

Mas, não esqueçam? A vontade do povo é soberana!

Saúde ao Bolsonaro!

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 "NÃO TEVE COMPROMISSO DE CAMPANHA. SEGUE PRESO EM CURITIBA"

 

No final da semana passada, dia 31/08, o plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), aplicou mais uma derrota ao Lula, aprovando a sua inelegibilidade e, consequentemente, rejeitando o seu registro como candidato à Presidência da República pelo PT.

A decisão do TSE foi tomada com base na Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo próprio Lula, que torna inelegível a pessoa condenada em segunda instância da Justiça. E, como todos os brasileiros sabem, Lula foi condenado a 9 anos de prisão pela Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, pena esta que foi confirmada e aumentada para 12 anos e um mês pelo TRF4, de Porto Alegre.

Mas, como o PT insiste em manter o Lula candidato, ignorando a decisão da Justiça Eleitoral, as TVs que, diariamente divulgam as agendas dos presidenciáveis, em respeito à Lei, mostram assim a agenda do líder petista:

- "NÃO TEVE COMPROMISSO DE CAMPANHA. SEGUE PRESO EM CURITIBA".

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Por 6 votos a 1, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), aprovou a inelegibilidade de Lula e, consequentemente, indeferiu o registro da candidatura do petista, que se encontra preso e condenado a mais de 12 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Os advogados de Lula tentaram emplacar o famigerado parecer de um Conselho de Direitos Humanos da ONU, que foi brilhantemente derrubado pelo relator, ministro Roberto Barroso, uma vez que o tal parecer não tem poder para mudar decisão da Justiça brasileira.

Somente o ministro Edson Fachin votou a favor de Lula. A presidente do TSE, Rosa Weber apresentou um longo voto concordado em parte com Fachin, mas, acompanhou o voto do relator.

Com a decisão da Justiça Eleitoral, Lula fica proibido também de participação na propaganda eleitoral.

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Quarta, 15 Agosto 2018 16:11

TRAGICÔMICO: PT exige Lula ficha limpa

 

Por Renato Ferreira - 

Nesta quarta-feira, 15/08, o PT armou mais um circo lá em Brasília para registrar a candidatura de Lula à Presidência da República, mesmo sabendo que ele não poderá concorrer. Tanto é assim, que na convenção petista, foi lançado o nome de Fernando Haddad, como vice provisório de Lula, e o da Manuela D´Ávila a vice do vice provisório.

Ontem, inclusive, o ex-governador petista da Bahia, Jaques Wagner, alertou que o PT precisa urgentemente começar a expor Haddad ao eleitorado. Porém, isso não é o mais curioso nesses desacertos desesperados do PT, que continua enganando o seu eleitorado.

Apesar de o Lula ter sido condenado em segunda instância a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro e estar preso por isso, além de ter perdido até aqui todos os recursos no Tribunal Superior de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, essa condenação não consta na Justiça de São Paulo, que concedeu certidão negativa de Lula ao PT.

E com essa certidão, o partido vai pedir ao Tribunal de Justiça Eleitoral, que o Lula não seja considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Ora, então, com base nessa tese petista, um criminoso condenado em São Paulo estará com ficha limpa em qualquer parte do Brasil?

Pode isso companheiros? (Renato Ferreira)

Atenção! Todas às quartas-feiras, uma nota tragicômica aqui em Notícias & Opinião!

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Hoje. no Brasil, parece que o assunto em pauta é a tal senhora "Val", que seria uma "funcionária fantasma" do Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL. A impressão é que os esquerdistas querem derrubar o capitão candidato por causa de sua funcionária fantasma.

No que eles estão certos, não mesmo? Até porque nenhum outro político brasileiro tem fantasma "trabalhando" em Prefeituras, Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas ou no Congresso Nacional. #sqnPor isso, o Bolsonaro, mesmo afirmando que já demitiu a sua "fantasma", não pode mesmo querer ser Presidente da República. Afinal, ele tinha uma "funcionária fantasma".

Mas, por outro lado, isso denota uma tremenda hipocrisia e indignação seletiva de gente que defende e trabalha para corruptos. Pois, até agora nesta campanha, ninguém perguntou sobre a Rose Noronha, conhecida como "Rose", ex-chefe do gabinete da Presidência da República no governo Lula (PT)

Indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção ainda no ano de 2012, após ameaçar denunciar integrantes da cúpula do PT, como Gleisi Hoffmann, Gilberto Carvalho e Erenice Guerra,, Rosemary Cunha conseguiu "convencer", o ex-presidente Lula, que se encontra preso, a não deixá-la entregue aos leões.

Rose, inclusive, nunca foi presa e deve contar em sua defesa com grandes e caros advogados, especialistas em defender políticos corruptos, como o próprio Lula. (Renato Ferreira)

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Apesar de continuar com o discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 Estados com partidos que apoiaram o impeachment

 

Deixando claro mais uma vez que ideologia ou discurso de palanque não têm nenhum valor no Brasil, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff,  cassada em 2016 e que integraram o governo Michel Temer, apesar do discurso de que a petista foi vítima de um "golpe". Conforme levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Por outro lado, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo impeachment da Dilma terão o apoio do PT.

Desses nove candidatos a governador, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 também orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB,  um aliado histórico dos petistas,  fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência da República. E esse acordo PT/PSB foi feito por imposição do ex-presidente Lula, que está preso na Lava Jato, para isolar outros candidatos, como Ciro Gomes, do PDT, que disputaria votos com o PT no campo da esquerda.

Para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), não há contradição entre as conveniências eleitorais do partido e o discurso da direção. "Não há (contradição) porque estamos deixando claro que eles têm de apoiar Lula. Em todos esses casos, tem apoio a Lula e uma autocrítica inclusive."

O Partido dos Trabalhadores terá seis candidatos próprios a governador com chapas amplas, integradas por partidos que foram ou ainda permanecem aliados a Temer: Marcus Alexandre (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

O caso do Ceará é o mais complicado. Contra a vontade da cúpula, o PT local fritou a candidatura à reeleição do senador José Pimentel para não atrapalhar os planos do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Os partidos vão se aliar informalmente, num acordo que também envolve palanque para Ciro Gomes, ex-governador do Estado, e seu irmão Cid Gomes, o outro candidato ao Senado na chapa.

Em Minas Gerais também a presença de Dilma como candidata ao Senado é apontada como um obstáculo à aliança do MDB local com o governador petista Fernando Pimentel, pré-candidato à reeleição. "Ela não quer perto dela nenhum golpista. Em Minas, eles foram sempre acolhidos pelo governo do Pimentel, mas todos os deputados federais voltaram contra ela no impeachment", disse o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). "A diferença é histórica. O MDB é, na sua essência, golpista." Mesmo assim, o PR, da base de Temer e nacionalmente coligado ao tucano Geraldo Alckmin, aliou-se ao petista.

Em Sergipe, o PT se ao PSD. Lá, o governador Belivaldo Chagas (PSD) disputará a reeleição com Eliane Aquino (PT) como candidata a vice. O partido do ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) abandonou Dilma na véspera do impeachment e logo aderiu a Temer, mantendo uma representação ministerial - Kassab era ministro das Cidades de Dilma. 

O PT também faz parte da coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Na época do impeachmet, o senador Renan, pai de Renan Filho, votou pelo afastamento da presidente Dilma. Mas, foi o prórpio Renan, que ariticulou a manutenção dos direitos políticos da presidente cassada juntamento com o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. "O Renan teve um reposicionamento nessas questões que interessam ao campo progressista e popular", disse Gleisi.


Em Mato Grosso, a aliança é ainda mais ampla. O senador Wellington Fagundes (PR), que votou favoravelmente ao impeachment, mas contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma, conseguiu uma aliança com o PT para disputar o governo do Estado. A coligação inclui ainda, entre outros, PMN, PROS e PRB, todos favoráveis ao impeachment.

Segundo o presidente do PT estadual de MT,  deputado Valdir Barranco, como não foi possível fechar um acordo que reunisse siglas de centro-esquerda, o partido teve de pensar em "suas prioridades". "A política está em permanente mudança. Neste momento, a melhor tática é essa. Sem o 'chapão', não teríamos cociente eleitoral para eleger deputados.". Ou seja, o PT permanece com o discurso de "golpe", mas, nega-o nas alianças partidárias. ( Renato Fereira -Fonte: O Estado de Minas - Conteúdo Estadão)

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