Sábado, 20 Outubro 2018 | Login
Conforme nota divulgada nesta sexta-feira, 07/09, o PSL de Osasco cancelou a inauguração do Comitê do partido na Zona Norte da cidade, em virtude do atentado sofrido por Jair Bolsonaro, candidato Presidência da República, quando ele participava de uma caminhada ao lado de uma multidão no Centro de Juiz de Fora, na tarde de terça-feira, 6.
A nota é assinada pelo médico, Dr. Alexandre Bussab, candidato a deputado Estadual.
"Nós estamos muito sensibilizados e somos solidários ao nosso amigo Jair Bolsonaro e, por isso, decidimos que vamos continuar nossa campanha com força, foco e fé, mas a festa do povo e a nossa ficará para o dia da vitória e independência do nosso Brasil. Dia em que o povo manifestará nas urnas o quanto está cansado dessa violência contra a família brasileira e tanta corrupção.
A mídia tem destacado o nosso candidato à Presidência do Brasil sendo esfaqueado, mas quantos casos como este acontecem todos os dias em nossas cidades? Famílias são destruídas pela violência instaurada nesse país.
Sou candidato porque acredito que podemos ser diferentes, e a minha trajetória de vida ressalta minha seriedade sobre assuntos importantes como esse. Conto com a compreensão de todos!
Informo que a partir de quarta-feira, dia 17, o comitê estará aberto para que nossos apoiadores retirem o material de campanha", afirma Bussab.
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Hoje. no Brasil, parece que o assunto em pauta é a tal senhora "Val", que seria uma "funcionária fantasma" do Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL. A impressão é que os esquerdistas querem derrubar o capitão candidato por causa de sua funcionária fantasma.

No que eles estão certos, não mesmo? Até porque nenhum outro político brasileiro tem fantasma "trabalhando" em Prefeituras, Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas ou no Congresso Nacional. #sqnPor isso, o Bolsonaro, mesmo afirmando que já demitiu a sua "fantasma", não pode mesmo querer ser Presidente da República. Afinal, ele tinha uma "funcionária fantasma".

Mas, por outro lado, isso denota uma tremenda hipocrisia e indignação seletiva de gente que defende e trabalha para corruptos. Pois, até agora nesta campanha, ninguém perguntou sobre a Rose Noronha, conhecida como "Rose", ex-chefe do gabinete da Presidência da República no governo Lula (PT)

Indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção ainda no ano de 2012, após ameaçar denunciar integrantes da cúpula do PT, como Gleisi Hoffmann, Gilberto Carvalho e Erenice Guerra,, Rosemary Cunha conseguiu "convencer", o ex-presidente Lula, que se encontra preso, a não deixá-la entregue aos leões.

Rose, inclusive, nunca foi presa e deve contar em sua defesa com grandes e caros advogados, especialistas em defender políticos corruptos, como o próprio Lula. (Renato Ferreira)

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Domingo, 05 Agosto 2018 15:23

Vice de Bolsonaro será o general Mourão

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), candidato à Presidência da República, anunciou na manhã deste domingo, 05/07, o nome do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) como seu vice na corrida presidencial. Na prática, essa aliança do PSL com o PRTB, dará a Bolsonaro mais 4 segundos na propaganda eleitoral. Ele já tinha 8 segundos.

Bolsonaro participou da convenção do PSL estadual no Clube Guapira, na Zona Norte de São Paulo. Em seu discurso, Jair Bolsonaro agradeceu a advogada Janaína Pachoal e o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, que tiveram nomes cotados para ser o vice na chapa. Janaína alegou questões familiares e recusou neste sábado (4) o convite para ser vice de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial.

Em nota, o PRTB, comandado por Levy Fedélix,  disse que "o general Hamilton Mourão está confirmado como vice de Jair Bolsonaro na corrida à presidência da República". A aliança foi confirma na convenção do PRTB, realizada também em São Paulo. O deputado Federal Major Olímpio (PSL) será candidato ao Senado.

Antonio Hamilton Martins Mourão é gaúcho de Porto Alegre, tem 64 anos. ele entrou para o Exército em 1972 e ficou na ativa até fevereiro de 2018. Mourão ganhou notoriedade em 2005, quando estava no Comando Militar do Sul.

Em 2015, ele tinha feito críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff e dito, durante uma palestra no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) em Porto Alegre, que é preciso um "despertar para a luta patriótica" como saída para crise política do país.

Após as críticas, Mourão foi exonerado do cargo e designado para assumir uma posição na Secretaria de Economia e Finanças do Exército. (Fonte: G1)

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