Terça, 11 Dezembro 2018 | Login

 

Após o primeiro turno das eleições presidenciais, quando avançou em segundo lugar para disputar com Jair Bolsonaro (PSL), o petista Fernando Haddad esperava formar uma "Frente Democrática" para a campanha do segundo turno. Mas, não obteve êxito.

Ciro Gomes (PDT), declarou apoio crtítico a Haddad, mas, viajou em seguida para o exterior. Aqui, seu irmão, Cid Gomes, eleito senador pelo Ceará, detonou o PT em evento do Haddad. "O PT pensa que é dono do Brasil, mas, vai perder a eleição. O Brasil não tem dono". E ainda atacou o Lula. "O Lula está preso ô babaca".

Quem definiu imediatamente apoio à candidatura petista foi o Guilherme Boulos (PSOL), fundador e coordenador do MTST, e incitador de invasões de prédios públicos. Aí depende ver até que ponto esse apoio traz vantagens para Haddad.

E por último, agora, na última semana de campanha, quem também declarou apoio e "voto crítico" ao candidato petista, foi a Marina Silva (Rede), que caiu de 22 milhões de votos, em 2014, para menos de um milhão de votos nas eleições deste ano. Os poucos votos da Marina ainda tem muito do que ela representava no meio evangélico e, que dificilmente, irão 100% para o Haddad. Marina se tornou numa candidata nanica e o seu partido pode até deixar de existir, uma vez que não terá mais recursos do Fundo Partidário. Talvez, ela volte ao PT.

Por educação, nas redes sociais, Haddad agradeceu o apoio de Marina aos 44 minutos do jogo eleitoral, mas, veja a cara de felicidade do petista, nesta foto, ao lado da Marina Silva. Com certeza, esse apoio tira votos de evangélicos ao Haddad.

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

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Deixando claro o sentimento do antipetismo, Álvaro Dias afirmou que "o Brasil não pode permitir a volta de uma organização criminosa ao poder", referindo-se ao PT

 

Ainda sem a presença de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, que se recupera da facada que levou há 20 dias, em Juiz de Fora, no início da noite desta quarta-feira, 26/08, o SBT realizou mais um debate entre os presidenciáveis. Participaram do encontro Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL). O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento.

Durante todo o debate, os oito candidatos evitaram críticas diretas a Bolsonaro que já está, praticamente, no segundo turno e que, segundo alguns especialistas em pesquisas, tem grandes chances de ser eleito já no primeiro turno.

Debate do SBT 2 Carlos Nascimento

O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento

Assim, a briga maior entre os demais candidatos fica por conta da segunda vaga. E dentro desse espectro, Fernando Haddad, que leva toda a rejeição ao PT, foi transformado no principal alvo de seus adversários. Mesmo candidatos com baixos índices de intenção de votos, como Álvaro Dias, Henrique Meirelles e Marina Silva foram duros nas críticas ao candidato petista, seguidos de Geraldo Alckmin e Ciro Gomes que ainda esperam superar Haddad para disputar a eleição com Bolsonaro.

A Marina Silva, por exemplo, disse que o Temer só chegou ao poder porque foi colocado lá pelo PT. Ela criticou também as alianças do PT com o MDB, citando o caso de Alagoas, onde o PT apoia Renan Calheiros. Ciro Gomes tentou se mostrar como experiente e, consequentemente, criticou a falta de experiência de Haddad, sobretudo, sua falta de conhecimento da realidade nacional. Por sua vez, Geraldo Alclkmin também colou Temer no peito de Haddad.

Mas, foi do candidato do Podemos, Álvaro Dias, que Haddad recebeu a crítica mais contundente. "O Brasil não pode permitir que essa organização criminosa, com rastros de sangue, volte ao poder. Não podemos esquecer dos assassinatos dos prefeitos Toninho do PT, de Campinas, e do Celso Daniel, de Santo André, como também das mortes das testemunhas desses assassinatos", disse Álvaro Dias.

Até mesmo a pergunta de um jornalista causou desconforto ao candidato petista. O jornalista quis saber se, eleito, Haddad vai continuar viajando a Curitiba para consultar o seu padrinho Lula. Haddad respondeu que vai a Curitiba como advogado de Lula e que, se for eleito, vai lutar, sim, até o fim para libertar Lula de "uma prisão injusta".

Apoios a Bolsonaro

Também nesta sexta-feira, além de ter sido poupado no debate do SBT, Bolsonaro recebeu dois apoios importantes, que podem significar o início de uma debandada em direção à sua candidatura.

No Hospital Albert Einstein, onde está internado, Bolsonaro recebeu a visita do deputado Federal e pastor evangélico, Marcos Feliciano, candidato à reeleição pelo Podemos, que declarou seu apoio pessoal ao candidato do PSL.

E na cidade de Uberaba, o PSDB local também declarou apoio a Bolsonaro, diante da falta de competitividade do Geraldo Alckmin. Eles, agora, querem o apoio do candidato tucano ao governo de Minas, Antônio Anastasia, que lidera com folga as pesquisas de intenção de votos. (Renato Ferreira)

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A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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Ao contrário do que muitos esperavam, como troca de farpas e um massacre dos demais candidatos pra cima de Bolsonaro, o debate da Band foi morno. O encontro foi marcado por promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes que prometeu limpar o nome de todos brasileiros que estão no SPC

 Por Renato Ferreira - 

O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

Próximos debates
RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
Veja (19.set, 9h) – streaming;
TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
Record (30.set, 22h) – televisão;
Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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