Terça, 11 Dezembro 2018 | Login
Em nome de Haddad, ex-tesoureiro do PT teria cobrado R$ 3 milhões da UTC Engenharia
 
Nesta segunda-feira, 19/11, a Justiça de São Paulo tornou réu o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O petista, que disputou a eleição presidencial deste ano, teria pedido R$ 3 milhões da UTC Engenharia, por meio do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, para quitar dívidas de campanha para a Prefeitura de São Paulo, com a gráfica do ex-deputado da legenda Francisco Carlos de Souza, o “Chicão”.
A decisão de abrir ação penal foi tomada pelo juiz Leonardo Valente Barreiros, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, que acolheu parcialmente denúncia do Ministério Público estadual. Nela, o juiz aponta o repasse efetivo de R$ 2,6 milhões a Haddad. Barreiros rejeitou acusar de formação de quadrilha o candidato à presidência derrotado.
A denúncia foi apresentada pelo promotor Marcelo Mendroni, que integra grupo de combate a crimes econômicos. Segundo ele, o então tesoureiro do PT “representava e falava em nome de Fernando Haddad” e que em 28 de fevereiro de 2013, o prefeito divulgou agenda que indicava reunião com o Ricardo Pessoa, da UTC.
Pessoa, que se tornou delator da Operação Lava Jato, já mantinha uma espécie de “contabilidade paralela” junto a Vaccari, relativa a propinas pagas em decorrência de contratos de obras da empreiteira com a Petrobras. A relação tinha uma “dívida” a saldar, em pagamentos indevidos de propinas, de cerca de R$ 15 milhões.
‘Solicitação teria sido atendida’, diz juiz
Em sua decisão, Barreiros anotou que “a solicitação de R$ 3 milhões teria sido atendida”. “Pessoa prometeu e ofereceu diretamente para Vaccari e indiretamente para Haddad. Para operacionalizar aquele pagamento indevido, Vaccari indicou e passou o número de telefone celular de Francisco Carlos de Souza.” Chicão, por sua vez, trataria do assunto com Walmir Pinheiro Santana.
Defesa
A defesa de Haddad negou que ele tenha cometido crimes. “A denúncia é mais uma tentativa de reciclar a já conhecida e descredibilizada delação de Ricardo Pessoa”, afirmou, em nota. “Trata-se de abuso que será levado aos tribunais.” Em setembro, advogados do ex-prefeito haviam alegado – nos autos – que a denúncia era “inepta”.
Essa é a primeira vez que o petista se torna réu em uma ação criminal. Antes, ele respondia por uma ação de improbidade administrativa por supostas irregularidades em obras das ciclovias de São Paulo.
Todos os réus
Alberto Youssef, doleiro e suposto repassador da propina (lavagem de dinheiro e formação de quadrilha);
Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo (corrupção passiva e lavagem de dinheiro);
Francisco Carlos de Souza, ex-deputado e dono da gráfica envolvida (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha);
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT (corrupção passiva e lavagem de dinheiro);
Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC Engenharia (corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha);
Walmir Pinheiro Santana, operador financeiro da UTC Engenharia (corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha). (Jovem Pan com informações do Estadão Conteúdo)
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Na Resistência, Haddad visita Lula, em Curitiba; 
Na Presidência, Bolsonaro inicia a transição, em Brasília

 

Apesar de não ser perfeita, a Democracia é, sem dúvida, o melhor regime de Governo que existe. Nela, a partir do voto, a maioria escolhe o governante e, cabe, à minoria, mesmo revoltada, acatar o resultado das urnas, na oposição.

No Brasil, por exemplo, nesta semana o clima político já começou a baixar após a acirrada disputa do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Bolsonaro voltou a Brasília, como Presidente eleito, dando início ao processo de transição.Ele esteve na Câmara dos Deputados, no STF e também no Palácio do Planalto, onde se encontrou com Michel Temer. Deu entrevistas e confirmou mais alguns nomes do seu Ministério, cujo quadro ele já disse que vai reduzir de 29 para 15 ou 16 Pastas, visando diminuir as despesas do Governo.

Já Fernando Haddad, acompanhado de correligionários do PT, fez a primeira visita ao ex-presidente Lula, depois de ser derrotado por Bolsonaro. Como todos sabem, Lula encontra-se preso numa na Polícia Federal de Curitiba, onde cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, condenado que foi pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Só que desta vez, a conversa foi diferente das que eles mantinham como estratégia de campanha antes das eleições. Agora, eles falaram sobre o futuro de Haddad, como opositor ao governo de Bosonaro, e também sobre o futuro de Lula, que neste mês será interrogado no processo do sítio de Atibaia, no âmbito da Operação Lava Jato. E desta vez, Lula será ouvido pela juíza Gabriela Hardt, que ficou no lugar de Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça. (Renato Ferreira)

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No sábado, 27 de outubro, portanto, um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, o ex-ministro e ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, surpreendeu o Brasil com a sua declaração de apoio ao candidato petista Fernando Haddad.

E não foi uma declaração simples de voto. Ela veio acompanhada de críticas a Bolsonaro e com esta afirmação "Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”.

Essa declaração de "medo" chega, inclusive, a surpreender partindo de um homem que, durante o processo do mensalão, demonstrou muita coragem ao denunciar, jugar e condenar figurões do PT, dando o primeiro golpe de morte ao partido de Lula, que acabou sendo preso e condenado a mais de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro na operação Lava Jato.

Só que essa reviravolta em cima da hora de Joaquim Barbosa, passando de algoz para eleitor do PT, não resultou em êxito para Joaquim Barbosa. Jair Bosonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos.

E, agora, com a eleição de Bolsonaro, ou o ex-ministro do STF cria coragem ou morrerá de medo. (Renato Ferreira).

 

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Mesmo sem fazer nenhuma aliança partidária, Bolsonaro obteve cerca 56% dos votos válidos e foi eleito o 38º presidente da República neste domingo
 
Jair Messias Bolsonaro, do PSL, derrotou o petista Fernando Haddad. A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%).
Aos 63 anos, capitão reformado do Exército e deputado federal desde 1991, Jair Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para obter o mandato de presidente de 2019 a 2022. Sua vitória representa também a vitória do antipetismo sobre o petismo.
 
Oração
Um dos primeiros atos de Bolsonaro após o resultado oficial, foi fazer uma oração de agradecimento a Deus ao lado do senador Magno Malta. O presidente eleito disse que iniciou campanha com oração e, agora, não poderia deixar de agradecer a Deus pela campanha e pela vitória. Defensor de bandeiras da comunidade cristã, por sr contra o aborto indistintamente e também contra a liberação das drogas, Bolsonaro obteve também uma votação histórica entre os evangélicos.
Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, Bolsonaro apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda.
Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos. Com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen.
Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e 2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita.
Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista.
 
Ligação de Trump
Agora, à noite, Jair Bolsonaro recebeu ligações de diversos líderes e presidentes que o parabenizaram pela vitória, dentre eles, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ligaram també os presidente do México, a Argentina, de Portugal, da França e de outros países da Europa. Um dos primeiros a ligar para parabenizar Jair Bolsonaro foi o presidente Miche Temer, que colocou o governo à diposição do presidente eleito para processo de transição.
 
Haddad
Por outro lado, o petista Fernando Haddad não ligou para Jair Bosonaro. Ao discursar após o resultado oficial, Haddad afirmou que "que seus aliados não ficarão abandonados", dando a entender que fará oposição severa ao novo Presidente da República, "E vamos continuar lutado pela libertação do ex-presidente Lula", afirmou Haddad.
(Renato Ferreira com G1)

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Neste domingo, 28/10, mais de 140 milhões de eleitores voltarão às urnas para votar no segundo turno das eleições presidenciais entre o petista Fernando Haddad e o capitão da reserva Jair Bolsonaro, do PSL, Mas, esta esta eleição não é apenas uma disputa entre esses dois candidatos à Presidência da República e, sim, uma disputa entre o petismo, representado por Lula, e o antipetismo, representado por Bolsonaro.

Conforme as pesquisas que dão ampla vantagem ao antipetismo desde o início da campanha eleitoral, esse sentimento de repulsa ao petismo não começou ontem. Ele é fruto uma somatória de fatos desde os primeiros escândalos do governo Lula, que culminaram com o mensalão em 2005. Durante os 14 anos de governo petista, os escândalos foram se sucedendo em todas as empresas estatais, como o Banco do Brasil, CAIXA, Correios, BNDES e maior de todos que praticamente acabou com a Petrobras.

Manifestações

manifestações avenida paulista

O povo brasileiro se cansou de tanta corrupção e, vestido de verde e amarelo foi para as ruas. E o resultado foi esse. A presidente Dilma Rousseff foi afastada e o ex-presidente Lula foi para a prisão, depois de ter sido condenado a mais de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro. E não foi somente o Lula, o maior líder petista a ir preso. Antes dele, foram ex-parlamentares, ex-ministros e ex-tesoureiros do PT condenados e presos.

Agora, portanto, os brasileiros, como as ruas mostram, têm a oportunidade de escolher entre o petismo, representado por Fernando Haddad, e o antipetismo, representado por Jair Bolsonaro. Segundo as pesquisas, Bolsonaro ganha nas regiões Norte, Centro Oeste, Sul e Sudeste e nos maiores colégios eleitorais do Brasil. Haddad vence na região Nordeste e entre os eleitores mais pobres. (Renato Ferreira)

 
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Bancadas evangélica e católica resistiram no Congresso e forçaram o recuo do governo Dilma

 

O Fernando Haddad nega que o kit gay existiu, mas, ele sabe que isso não é verdade. O presidenciável petista é desmentido por diversas matérias jornalistas e por pessoas que se reuniram no MEC para tratar do assunto.

Vejam estas matérias  de várias TVs falando sobre o material promovido pelo Ministério da Educação sob o comando de Fernando Haddad. Foram mais de R$ 3 milhões do MEC gastos com o material sobre sexo para crianças e adolescentes.

O material sobre a ideologia do gênero só não foi distribuído nas escolas públicas pelo MEC porque as bancadas evangélica e católica resistiram, denunciaram e obrigaram o recuo do governo Dilma.

Isso mostra também a importância para a sociedade de uma imprensa livre. E é por isso que o PT sempre tentou impor o controle da mídia e amordaçar a imprensa livre no Brasil.

Veja as matérias - são apenas 8 minutos - e tire as próprias conclusões.

https://www.facebook.com/UbirajaraNevesFazendeiro/videos/709984902705458/UzpfSTEwMDAwMzE2ODAyMDIzMzoxODgxMTcxODAxOTk4NDAy/?fref=ufi

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Após o primeiro turno das eleições presidenciais, quando avançou em segundo lugar para disputar com Jair Bolsonaro (PSL), o petista Fernando Haddad esperava formar uma "Frente Democrática" para a campanha do segundo turno. Mas, não obteve êxito.

Ciro Gomes (PDT), declarou apoio crtítico a Haddad, mas, viajou em seguida para o exterior. Aqui, seu irmão, Cid Gomes, eleito senador pelo Ceará, detonou o PT em evento do Haddad. "O PT pensa que é dono do Brasil, mas, vai perder a eleição. O Brasil não tem dono". E ainda atacou o Lula. "O Lula está preso ô babaca".

Quem definiu imediatamente apoio à candidatura petista foi o Guilherme Boulos (PSOL), fundador e coordenador do MTST, e incitador de invasões de prédios públicos. Aí depende ver até que ponto esse apoio traz vantagens para Haddad.

E por último, agora, na última semana de campanha, quem também declarou apoio e "voto crítico" ao candidato petista, foi a Marina Silva (Rede), que caiu de 22 milhões de votos, em 2014, para menos de um milhão de votos nas eleições deste ano. Os poucos votos da Marina ainda tem muito do que ela representava no meio evangélico e, que dificilmente, irão 100% para o Haddad. Marina se tornou numa candidata nanica e o seu partido pode até deixar de existir, uma vez que não terá mais recursos do Fundo Partidário. Talvez, ela volte ao PT.

Por educação, nas redes sociais, Haddad agradeceu o apoio de Marina aos 44 minutos do jogo eleitoral, mas, veja a cara de felicidade do petista, nesta foto, ao lado da Marina Silva. Com certeza, esse apoio tira votos de evangélicos ao Haddad.

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Neste domingo, 21/10, a uma semana antes do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo saíram às de centenas de cidades brasileiras em prol da candidatura de Bolsonaro. Ontem, as manifestações foram a favor de Haddad.

Hoje, as maiores manifestações ocorreram em São Paulo, na Avenida Paulista, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. Vestindo as cores do Brasil, as multidões gritavam palavras de ordem contra a corrupção e contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

Manifestações em diversas cidades

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Av Paulista

Avenida Paulista

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Rio

Rio de Janeiro

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Brasília

Brasília

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 BH

Belo Horizonte

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Vila Velha ES

Vila Velha (ES)

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No quesido rejeição, Bolsonaro tem 41%, contra 54% de Haddad
 
 
Conforme pesquisa Datafolha de intenção de voto para a presidência da República divulgada nesta quinta-feira, 18/10, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue liderando a disputa do segundo turno com 59% dos votos válidos. O concorrente, Fernando Haddad (PT), tem 41%.
Datafolha votos
Com relação aos votos totais, a pesquisa apresenta Bolsonaro com 50%, Haddad com 35%, brancos e nulos com 10%, e não sabem (ou não responderam) com 5%.
O Datafolha também pesquisou o índice de rejeição dos candidatos. Quando a pergunta foi “entre estes candidatos, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”, os resultados foram:
Datafolha rejeição
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza – 48%
Talvez votasse – 10%
Não votaria de jeito nenhum – 41%
Não sabe – 1%
Fernando Haddad
Votaria com certeza – 33%
Talvez votasse – 12%
Não votaria de jeito nenhum – 54%
Não sabe – 1%
A pesquisa foi feita entre 17 e 18 de outubro com 9.137 eleitores em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ela foi registrada no TSE sob o número BR-07528/2018. (Fonte: Jovem Pan)
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Incêndio amigo na campanha petista. Com certeza, o Haddad e nem o mais pessimista petista poderiam esperar isso a menos de duas semanas do segundo turno

 

Normalmente, chama-se de fogo amigo, quando vaza na imprensa alguma frase de um correligionário criticando um companheiro de partido. Mas, o que aconteceu em Fortaleza, na noite de segunda-feira, 15, foi um verdadeiro incêndio na campanha do petista Fernando Haddad. Parece que deu PT (Perda Total).

No lançamento da campanha de segundo turno no Ceará, um dos convidados a falar foi o senador eleito, Cid Gomes (PDT). Irmão de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, Cid foi eleito com apoio dos petistas.

Ao iniciar sua fala, Cid sugeriu que o PT fizesse um mea culpa e pedisse desculpas pelos erros cometidos. Aí, os petistas começaram a vaiá-lo e o Cid subiu o tom.

"Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira", disse. Ao ser interrompido, afirmou: "É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição. O PT queria ser dono do Brasil e o Brasil não tem dono", afirmou.

Ao ser interrompido mais uma fez, com gritos a favor de Lula, Cid jogou gasolina e ateou fogo no evento de Haddad. "Lula o quê? Lula tá preso, ô babaca. O Lula tá preso. O Lula tá preso. E vai fazer o quê? Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição", reagiu Cid.

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1993104620779768?

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