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Sábado, 01 Dezembro 2018 22:14

MUNDO: George W. Bush, pai, morre aos 94 anos

Ex-líder americano governou o país de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo
 
O ex-presidente dos Estados Unidos George H.W. Bush, que governou de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo, morreu na noite de sexta-feira, 30/11, aos 94 anos.
Após o anúncio da morte de Bush Pai, homenagens começaram a se multiplicar para este herói de guerra condecorado e ex-diretor da CIA, que viu seu filho George seguir seus passos e chegar à Casa Branca.
A morte de Bush ocorreu poucos meses após o falecimento de sua esposa Barbara Bush, com quem foi casado por 73 anos. Eles tiveram cinco filhos e 17 netos.
“A Jeb, Neil, Marvin, e Doro me entristece anunciar que depois de 94 anos extraordinários, o nosso amado pai faleceu”, declarou o seu filho, o também ex-presidente George W. Bush, em um comunicado publicado no Twitter por um porta-voz da família.
“George H. W. Bush foi um homem de grande caráter e o melhor pai que um filho ou filha poderia pedir”, acrescentou.
A família informou que ele morreu em Houston, Texas. O corpo de Bush será sepultado na próxima quarta-feira, dia 5, em feriado nacional decretado pelo Presidente Donald Trump.
Antes, o corpo do 41º presidente dos Estados Unidos será levado para Washington para uma homenagem nacional, e será enterrado no Texas, na Biblioteca e Museu Presidencial George H.W Bush, onde neste sábado um grupo de estudantes se reuniu para prestar homenagem.
De Buenos Aires, onde participa da cúpula do G20, o atual presidente Donald Trump destacou a “liderança inquebrável” de George H.W. Bush, que permanecerá nos anais da História por ter decidido a participação dos Estados Unidos na libertação do Kuwait, após a invasão deste país pelas tropas do líder iraquiano Saddam Hussein.
“Com sua autenticidade essencial, inteligência afiada e compromisso inabalável com fé, família e país, o presidente Bush inspirou gerações de compatriotas americanos ao serviço público”, disse Trump em um comunicado.
“Os Estados Unidos perderam um patriota e um humilde servo”, assegurou, por sua vez, Barack Obama, observando que suas ações permitiram “reduzir o flagelo das armas nucleares e formar uma ampla coalizão internacional para expulsar um ditador do Kuwait”.
Obama também estimou que George W.H. Bush contribuiu “para acabar com a Guerra Fria sem um único tiro”.
“Nova ordem mundial”
Bush nasceu em 12 de junho de 1924 em Milton, Massachusetts, em uma rica dinastia política da Nova Inglaterra. Mas deixou de lado sua carreira política para se alistar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial.
Depois de passar brevemente pela indústria do petróleo, entrou para o mundo da política nas fileiras do Partido Republicano e em 1966 foi eleito para a Câmara dos Representantes, em Washington.
Sua carreira foi impulsionada ao ser nomeado diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), e mais tarde foi vice-presidente por oito anos de Ronald Reagan.
Ao aceitar a indicação republicana à presidência em 1988, Bush defendeu uma “nação mais amável”.
Na política internacional, Bush se posicionou a favor de uma “nova ordem mundial” e conseguiu expulsar Saddam Hussein do Kuwait em uma guerra de algumas semanas em 1990, liderando uma coalizão de 32 países.
Em 1992, Bush, fracassou em sua tentativa de reeleição diante do democrata Bill Clinton, e sofreu a ignomínia de ser um presidente de um único mandato.
 
“Estou profundamente grato por cada minuto que passei com o presidente Bush e vou sempre lembrar a nossa amizade como um dos maiores presentes da minha vida”, afirmou Clinton em um comunicado.
Após se retirar da vida pública, Bush se concentrou na filantropia. Se uniu a Clinton para arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004 e do terremoto do Haiti de 2010.
Em 2017, se juntou mais uma vez a Clinton, Jimmy Carter, Barack Obama e seu filho George para conseguir fundos após a passagem de um furacão pelo Texas.
Em 2011, Obama o condecorou com a Medalha Presidencial da Liberdade, considerado o mais alto reconhecimento civil nos Estados Unidos. (Exame)
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O primeiro país a receber o novo = presidente eleito do Brasil será o Chile
 
Confirmando que o seu governo terá novas diretrizes em termos de política externa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já definiu quais serão suas primeiras viagens internacionais. O capitão reformado deverá ter o Chile como seu primeiro destino, depois irá para os Estados Unidos e Israel.
Primeiro país a receber o futuro presidente, o Chile é considerado como uma referência de prosperidade e crescimento na América do Sul por Bolsonaro. Depois, o político deve visitar Donald Trump, com quem conversou por telefone neste domingo (28) após a confirmação de sua eleição. Em seguida, Bolsonaro deverá visitar Israel, onde esteve há dois anos, e com quem quer mater relações estreitas para a troca de informações sobre tecnologia.
As viagens, entretanto, só acontecerão após o futuro presidente se recuperar totalmente da facada que recebeu em setembro, durante evento de campanha na cidade de Juiz de Fora. Em dezembro, ele deverá passar por uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia que carrega desde o atentado.
Transição
Antes disso, o presidente eleito trabalhará com Michel Temer (MDB) na transição do governo. Bolsonaro e seus ministros de confiança, Paulo Guedes (Fazenda) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), vão se reunir nesta terça-feira (30) para definir quem fará parte da equipe que irá participar das primeiras reuniões com os representantes de Temer, em Brasília, a partir da próxima semana. (Fonte: Jovem Pan)
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Se os acordos serão cumpridos só o tempo dirá, mas, com certeza, este 12 de outubro de 2018 ficará marcado na História mundial com o encontro pela paz entre Kim Jong-Un e Donald Trump
 
Nesta terça-feira, 12/06, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, se encontraram em Singapura e assinaram declaração conjunta em busca da paz e do fim do uso de armas nucleares. Com quatro itens, termo foi assinado durante encontro histórico dos líderes dos EUA e Coreia do Norte. SegundoTrump, Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca.

Conforme o documento, a Coreia do Norte se comprometeu com o desmonte de todo o seu programa nuclear. Os dois países "decidiram deixar o passado para trás" e "o mundo verá uma grande mudança", declarou Kim. Na presença de autoridades dos dois paíes, Kim Jong-Um e Donald Trump assinaram assinaram uma declaração de quatro itens no encontro em Singapura.

Esse engajamento pela paz da Coreia do Norte com o fim da produção de armas nucleares era uma condição imposta pelos EUA para a realização da histórica reunião entre os dois líderes. Resta saber, agora, se o ditador Kin cumprirá os acordos assinados em Singapra. A Coreia do Sul não gostou muito dos acordos assinados sem a presença de autoridades sul coreanas. Na prática, os dois países da península coreana continuam em guerra.
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