Segunda, 20 Agosto 2018 | Login

Ex-prefeito de Osasco por dois mandatos, Rossi diz também que virá forte com o seu grupo político para as eleições municipais de 2020

 

Com dois mandatos de prefeito em Osasco e dois de deputado Federal, sendo um Constituinte, além de outros cargos na vida pública, Francisco Rossi é um dos mais experientes e conhecidos candidatos à Assembleia Legislativa de São Paulo nas eleições deste ano.

Nesta semana, já com a candidatura oficializada pelo TSE, Rossi conversou com Notícias & Opinião, quando falou de suas expectativas para a campanha.

O ex-prefeito disse estar confiante na eleição para ocupar uma cadeira na Alesp. Revelou os motivos pelos quais aceitou ser candidato em substituição à sua filha, Ana Paula, como também da possibilidade de vir forte para as eleições municipais daqui a dois anos. 

Confira aqui vídeo aqui: 

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Dada a largada da campanha eleitoral de 2018, liberada a partir desta quinta-feira, 16 de agosto, Claudio Piteri (PPS) deu o pontapé inicial em sua campanha para deputado estadual. O prazo vai até 6 de outubro - um dia antes da votação. Nesta campanha, Claudio Piteri vai apresentar suas propostas para Osasco e região, em dobrada com a deputada federal Bruna Furlan (PSDB), que concorre à reeleição.
Claudio Piteri, que já foi vereador osasquense por cinco mandatos, vice-presidente da Fundação Casa por nove anos e terceiro colocado na eleição para prefeito de Osasco em 2016, realizou na última terça-feira (14) uma reunião com lideranças políticas na região central de Osasco para “tirar” as propostas a partir da base. “Evidente que temos propostas para nossa região, que serão defendidas na Assembleia Legislativa. Mas nosso mandato será construído debaixo para cima, com as pessoas apresentando as suas necessidades reais, do dia a dia”, explicou.
Claudio Piteri capa 2
 
Dentre as várias propostas que foram “colhidas” na reunião, algumas merecem destaques: a reabertura do Pronto-Socorro do Hospital Regional de Osasco; a instalação de mais postos policiais na cidade; a isenção de IPVA em caso de roubo ou furto de veículos; a conclusão do Corredor Oeste, que interliga Osasco a Itapevi; trazer o metrô a Osasco; acessibilidade nas escolas para pessoas com deficiência; garantir que idosos e deficientes que recebem o BPC/Loas não tenham o benefício suspenso ou cancelado; diminuição da alíquota do ICMS que incide sobre os remédios; construção de túnel para interligar a avenida Valter Boveri, na zona sul de Osasco, à rodovia Raposo Tavares; promoção de campanhas de prevenção para diabéticos e hipertensos; construção de um AME (Ambulatório Médico Especializado) em Osasco e nas cidades que ainda não dispõem deste equipamento do governo do Estado.
“Eu e a Bruna Furlan vamos visitar cada canto da nossa região, colhendo as propostas diretamente da população. Apenas para Osasco, a Bruna conquistou o repasse de mais de R$ 2,5 milhões neste mandato. Foram R$ 750 mil de verbas estaduais e R$ 1,8 milhões de verbas federais”, comentou Claudio Piteri. (Fonte: Assessoria de Imprensa)
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O candidato a deputado estadual pelo PSDB, Elissandro Lindoso, presidente da Câmara de Osasco, pretende atualizar e revitalizar a pauta do ex-prefeito Celso Giglio para melhoria dos serviços de Saúde na cidade e região.
Segundo o Dr. Lindoso, além das obras realizadas na cidade, o legado de Celso Giglio inclui uma série de demandas que ainda estão por ser cumpridas. “As novidades são bem-vindas mas não adianta pensar em ideias mirabolantes se os serviços básicos são precários, se falta insumos, se faltam profissionais e até mesmo instalações adequadas”, afirma o Dr. Lindoso.
Segundo o parlamentar osasquense, uma das maiores queixas da população é justamente a de que não há sequência no trabalho da classe política no sentido de realizar aquilo que já foi discutido e solicitado pelos munícipes. “Eu vou fazer uma ponte entre as propostas já conhecidas e propostas que agreguem qualidade a tudo o que diga respeito ao atendimento nos municípios”.

Para dar uma ideia das demandas, o presidente da Câmara de Osasco listou alguns temas pelos quais irá trabalhar caso seja eleito em outubro próximo, tanto na saúde quanto em outros setores. “A saúde é uma área vital, mas há obstáculos de outras áreas que fazem com que o atendimento de saúde seja sempre precário”, declara o Doutor Lindoso.

Os problemas mais gerais começam na perda de receitas em comparação com o Estado e a União. “Entra ano, sai ano e este problema permanece”, afirma o Doutor Lindoso. Outra área é a renegociação das dívidas dos municípios que pagam juros exorbitantes, vivendo sempre com a corda no pescoço. 
Na área da saúde, ele, que é médico, diz que lutará por recursos, através de emendas parlamentares, para que as policlínicas e unidades básicas de saúde sejam recuperadas em tempo recorde. 
Doutor Lindoso diz que lutará com energia para que Osasco receba verbas para a implantação de um hospital de atendimento infantil e para a criação de um centro municipal de atendimento oftalmológico de qualidade. “Uma cidade do porte de Osasco, com as responsabilidades que tem, precisa oferecer mais serviços. Minha experiência nessa área mostra enorme quantidade de pessoas que seriam beneficiadas”, diz ele.
Ainda na área da saúde, o vereador de que Osasco precisa de um serviço público que tenha melhores equipamentos, como os de ressonância magnética. “Tenho recebido várias solicitações de munícipes nesse sentido”, afirma. 
Para o presdiente da Câmara de Osasco, há muito a ser feito e não se pode perder tempo. “Sem dúvida, os deputados podem ajudar as cidades, não somente com emendas parlamentares mas também na condução de negociações com o Estado e União para que os municípios tenham de uma vez por todas voz e força para atender dignamente a população”, argumenta o Doutor Lindoso. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

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Na noite desta terça-feira, 14/08, o candidato a deputado estadual pelo Podemos, Gelso Lima, reuniu mais de 400 pessoas numa plenária, em Osasco, para dar orientações sobre como funcionará a estratégia da sua campanha. Na ocasião, ele e sua equipe apresentaram o plano de comunicação cujo slogan é “Competência para mudar”.
Gelso é uma figura política reconhecida entre as diversas lideranças da região e já mostrou sua competência como gestor na solução de problemas nas mais diversas áreas públicas, com destaque na área de Saúde, quando foi o secretário que por mais tempo ficou à frente da pasta em Osasco.
Mas apesar da sua vasta experiência na vida pública, sempre foi um homem de bastidores. “Essa reunião é muito importante porque tenho uma vida dedicada ao serviço público e a Osasco, mas não sou muito conhecido. Ter uma estratégia de comunicação robusta e poder contar com vocês para me fazer conhecer será primordial nessa campanha. São vocês, junto comigo, que vão contar a minha história de dedicação a Osasco para a nossa população”.
Emocionado, ele lembrou das inúmeras campanhas que já fez e explicou que agora é diferente, porque o candidato é ele. “Confesso que estou muito comovido com a manifestação de carinho de vocês. Nunca fui candidato, nunca gritaram meu nome de peito aberto como aconteceu agora aqui. Eu sempre gritei o nome de outros candidatos, e ouvir assim com tanta força meu nome sendo gritado, me comove. Quero agradecer muito a presença de cada um hoje aqui”. Na sequência, Gelso fez uma breve explanação sobre o cenário político e eleitoral que está se desenhando para as próximas eleições e falou sobre como pretende conduzir sua campanha que começa agora e vai até o início de outubro.
 
Gelso plenária 2
 
“Hoje vocês estão aqui comigo para conhecer as peças da nossa campanha e para que combinemos nossa estratégia. Nossa campanha será séria, propositiva, ninguém vai me ouvir falando mal dos meus adversários. Nem eu, nem ninguém da minha equipe vai adotar essa prática”, disse.
Prioritariamente Gelso dobrará com a candidata à reeleição para deputada federal Renata Abreu, mas ele conta com outras pessoas para dobrar estadual/federal, como o Dr. Gaspar, por exemplo, nome tradicional da política osasquense. Ao todo são 28 candidatos a deputado federal que estão com ele.
Gelso também tem, até o momento, com possibilidades de ampliação, o apoio de 49 presidentes de diretórios partidários de várias cidades do Estado, quatro presidentes de câmaras, nove ex-prefeitos, quatro vice-prefeitos, 24 vereadores de diferentes cidades de São Paulo, 98 lideranças que foram candidados a vereadores em 2016, sendo 71 de Osasco, 348 lideranças de várias instituições do Estado, 68 pastores evangélicos de todo o Estado, 13 sindicatos, e 17 movimentos sócio-culturais.
Sobre o cenário municipal e o eventual apoio que poderá ter do prefeito Rogério Lins, o qual ele ajudou a eleger e fez parte do governo saindo porque assim determina a lei eleitoral, Gelso deixou claro que entende o posicionamento até agora neutro do prefeito e que na hora certa espera receber a contribuição dele. “Respeito o tempo do nosso prefeito. Não é fácil ser prefeito de uma cidade onde você precisa do apoio de vereadores para que os projetos sejam aprovados. Essa questão da preferência do prefeito… isso, com a experiência que eu já vivi, é uma bobagem. A eleição não é feita nos corredores da prefeitura, com um pescando no aquário do outro. A eleição a gente ganha na rua, convencendo as pessoas”, destacou.
“O prefeito Rogério Lins sabe que eu não comecei no segundo turno ganhando secretaria. Eu comecei a apoiar o prefeito um ano e meio antes da eleição. Empenhei meu coração, minha alma e meu recurso próprio para que esse projeto fosse vitorioso. Trabalhei arduamente para que ele ganhasse a eleição para prefeito. Então, não tenho dúvida alguma de que no momento certo ele, á luz dos outros candidatos que ele precisa ajudar, vai deixar uma fatiazinha para que a gente possa alavancar essa campanha. Tem muito funcionário da prefeitura que me conhece e que confia no meu trabalho. Para esses, tenho um pedido: não entrem no jogo que está sendo proposto. Não vamos disputar apoio na base da chantagem, na base da ameaça… Vamos fazer política com convencimento e não com tortura. Já foi o tempo em que as pessoas decidiam o rumo que as outras tinham que seguir, então não se preocupem com isso. Vamos fazer uma campanha limpa, pra frente, alegre e cheia de boas propostas. O povo é sábio, e vai saber escolher”, completou. (Fonte: Assessoria de Imprensa - Fotos: Reinaldo Vaz)
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Quarta, 15 Agosto 2018 16:11

TRAGICÔMICO: PT exige Lula ficha limpa

 

Por Renato Ferreira - 

Nesta quarta-feira, 15/08, o PT armou mais um circo lá em Brasília para registrar a candidatura de Lula à Presidência da República, mesmo sabendo que ele não poderá concorrer. Tanto é assim, que na convenção petista, foi lançado o nome de Fernando Haddad, como vice provisório de Lula, e o da Manuela D´Ávila a vice do vice provisório.

Ontem, inclusive, o ex-governador petista da Bahia, Jaques Wagner, alertou que o PT precisa urgentemente começar a expor Haddad ao eleitorado. Porém, isso não é o mais curioso nesses desacertos desesperados do PT, que continua enganando o seu eleitorado.

Apesar de o Lula ter sido condenado em segunda instância a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro e estar preso por isso, além de ter perdido até aqui todos os recursos no Tribunal Superior de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, essa condenação não consta na Justiça de São Paulo, que concedeu certidão negativa de Lula ao PT.

E com essa certidão, o partido vai pedir ao Tribunal de Justiça Eleitoral, que o Lula não seja considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Ora, então, com base nessa tese petista, um criminoso condenado em São Paulo estará com ficha limpa em qualquer parte do Brasil?

Pode isso companheiros? (Renato Ferreira)

Atenção! Todas às quartas-feiras, uma nota tragicômica aqui em Notícias & Opinião!

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Ao contrário do que muitos esperavam, como troca de farpas e um massacre dos demais candidatos pra cima de Bolsonaro, o debate da Band foi morno. O encontro foi marcado por promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes que prometeu limpar o nome de todos brasileiros que estão no SPC

 Por Renato Ferreira - 

O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

Próximos debates
RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
Veja (19.set, 9h) – streaming;
TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
Record (30.set, 22h) – televisão;
Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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Apesar da campanha curta e difícil, ex-prefeito acredita que terá boa votação para a Assembleia Legislativa

 

Nesta terça-feira, 8, em Osasco, o Partido da República reuniu a imprensa regional e autoridades para divulgar oficialmente a pré-candidatura de Francisco Rossi a deputado estadual pelo PR. O evento foi realizado no Buffet Platinum em Osasco.

Na ocasião,a vereadora Ana Paula Rossi, presidente do PR de Osasco, esclareceu os motivos pelos quais desistiu da candidatura a deputada Estadual. Estiveram presentes também ao evento, a vice-prefeita de Osasco, dona Ana Maria Rossi, e o empresário de Tupã, Luiz Carlos Motta, pré-candidato a Deputado Federal, em dobrada com Francisco Rossi, e Carlos Fernando Zuppo, ex-deputado Federal e Estadual, primo do Rossi.

PR Lopes e Rossi

Rossi revelou seu apoio ao pré-candidato a deputado federal, Luiz Carlos Motta (à esquerda), que em seu discurso destacou os problemas sociais atuais e sublinhou a importância da união na busca de benefícios para a sociedade.

“A gente tem que andar ao lado de pessoas boas, competentes. Por isso estou aqui, junto com o Francisco Rossi, para que façamos uma política eficiente para o Brasil. E juntos iremos trazer coisas boas, não só para Osasco, como para todo o Estado de São Paulo”, concluiu.

Notícias & Opinião esteve presente e registrou o evento do PR. (Renato Ferreira)

Confira a matéria em vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1837797816310450

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Apesar de continuar com o discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 Estados com partidos que apoiaram o impeachment

 

Deixando claro mais uma vez que ideologia ou discurso de palanque não têm nenhum valor no Brasil, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff,  cassada em 2016 e que integraram o governo Michel Temer, apesar do discurso de que a petista foi vítima de um "golpe". Conforme levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Por outro lado, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo impeachment da Dilma terão o apoio do PT.

Desses nove candidatos a governador, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 também orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB,  um aliado histórico dos petistas,  fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência da República. E esse acordo PT/PSB foi feito por imposição do ex-presidente Lula, que está preso na Lava Jato, para isolar outros candidatos, como Ciro Gomes, do PDT, que disputaria votos com o PT no campo da esquerda.

Para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), não há contradição entre as conveniências eleitorais do partido e o discurso da direção. "Não há (contradição) porque estamos deixando claro que eles têm de apoiar Lula. Em todos esses casos, tem apoio a Lula e uma autocrítica inclusive."

O Partido dos Trabalhadores terá seis candidatos próprios a governador com chapas amplas, integradas por partidos que foram ou ainda permanecem aliados a Temer: Marcus Alexandre (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

O caso do Ceará é o mais complicado. Contra a vontade da cúpula, o PT local fritou a candidatura à reeleição do senador José Pimentel para não atrapalhar os planos do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Os partidos vão se aliar informalmente, num acordo que também envolve palanque para Ciro Gomes, ex-governador do Estado, e seu irmão Cid Gomes, o outro candidato ao Senado na chapa.

Em Minas Gerais também a presença de Dilma como candidata ao Senado é apontada como um obstáculo à aliança do MDB local com o governador petista Fernando Pimentel, pré-candidato à reeleição. "Ela não quer perto dela nenhum golpista. Em Minas, eles foram sempre acolhidos pelo governo do Pimentel, mas todos os deputados federais voltaram contra ela no impeachment", disse o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). "A diferença é histórica. O MDB é, na sua essência, golpista." Mesmo assim, o PR, da base de Temer e nacionalmente coligado ao tucano Geraldo Alckmin, aliou-se ao petista.

Em Sergipe, o PT se ao PSD. Lá, o governador Belivaldo Chagas (PSD) disputará a reeleição com Eliane Aquino (PT) como candidata a vice. O partido do ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) abandonou Dilma na véspera do impeachment e logo aderiu a Temer, mantendo uma representação ministerial - Kassab era ministro das Cidades de Dilma. 

O PT também faz parte da coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Na época do impeachmet, o senador Renan, pai de Renan Filho, votou pelo afastamento da presidente Dilma. Mas, foi o prórpio Renan, que ariticulou a manutenção dos direitos políticos da presidente cassada juntamento com o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. "O Renan teve um reposicionamento nessas questões que interessam ao campo progressista e popular", disse Gleisi.


Em Mato Grosso, a aliança é ainda mais ampla. O senador Wellington Fagundes (PR), que votou favoravelmente ao impeachment, mas contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma, conseguiu uma aliança com o PT para disputar o governo do Estado. A coligação inclui ainda, entre outros, PMN, PROS e PRB, todos favoráveis ao impeachment.

Segundo o presidente do PT estadual de MT,  deputado Valdir Barranco, como não foi possível fechar um acordo que reunisse siglas de centro-esquerda, o partido teve de pensar em "suas prioridades". "A política está em permanente mudança. Neste momento, a melhor tática é essa. Sem o 'chapão', não teríamos cociente eleitoral para eleger deputados.". Ou seja, o PT permanece com o discurso de "golpe", mas, nega-o nas alianças partidárias. ( Renato Fereira -Fonte: O Estado de Minas - Conteúdo Estadão)

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No último domingo, 05/08, último dia para a realização das convenções partidárias, o PMB (Partido da Mulher Brasileira), realizou a sua convenção em São Paulo, ocasião em que anunciou o apoio ao governador Márcio França (PSB), candidato à reeleição. Na convenção, o PMB  também anunciou seu apoio à ex-atleta e campeã olímpica no salto em distância, em Pequim (2008), Maurren Maggi, ao Senado. No evento, foram oficializadas tambémm as candidaturas da legenda para a Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

Na abertura do evento, Jaime Angelo Nonato Fusco, presidente da executiva estadual do PMB, pediu fidelidade ao partido. Márcio França não compareceu à convenção. Ele foi representado pela sua esposa e primeira-dama do Estado, Lúcia França. No total, o PMB confirmou 30 candidaturas a deputado Estadual e 15 a Federal.

E uma das candidatas do partido à Assembleia Legislativa, é a Dra. Regiane Souza Neves, pedagoga, escritora e psicóloga. Representante de Osasco e região Oeste, Regiane esteve presente à convenção, onde falou de suas expectativas como pré-candidata, destacando a importância da participação cada vez mais ativa da mulher na política. "Acredito na política com participação 50/50, ou seja, de igualdade entre homens e mulheres. É possível caminharmos juntos. Já estive como presidente e vice-presidente em outros partidos, hoje estou pré-candidata à deputada estadual e entrei de coração no PMB, pois sei que é o partido que melhor acolhe minhas causas. Que nós possamos ser flechas nas vidas de outras mulheres", afirmou. (Fonte e Foto: Portal A Rede de Notícias)  

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Segunda, 06 Agosto 2018 21:04

Haddad vira vice provisório de Lula

 

Na noite deste domingo, 05/08, após confirmarem Lula como candidato do partido à Presidência da República, o PT indicou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como vice na chapa.

Mas, como Lula encontra-se preso desde abril, após ser condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, assim, tornou-se inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa, o PT resolveu lançar Haddad, o plano B, como um vice provisório até que a situação de Lula seja definida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Após essa decisão, que será negativa, segundo já informou o próprio presidente do TSE, ministro Luiz Fux, então, o Haddad assumirá a vaga de Lula, como candidato, e Manuela D´Ávila (PCdoB), como vice.

Manuela já havia sido, inclusive, indicada pelo seu partido como candidata à Presidência da República. Depois retirou a candidatura para ser vice do Lula, como o PT já tinha anunciado, mas, teve que recuar após o veto de Lula, na última sexta-feira, 3. (Renato Ferreira)

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