Sexta, 20 Setembro 2019 | Login
Surgem novas denúncias de tortura na Rede de Supermercado Ricoy. Delegado afirma que ficou chocado quando viu imagens, porque são "extremamente violentas" .
 
Nesta quinta-feira, 05/09, a Polícia Civil identificou os dois seguranças suspeitos de torturar um adolescente, de 17 anos, negro dentro de um supermercado na zona sul de São Paulo. Um crime bárbaro, que revoltou a sociedade e que merece rigorosa pena para seus executores e mandates. Os seguranças, também negros, foram identificados como Davi de Oliveira Fernandes, 37 anos, e Valdir Bispo dos Santos, 49 anos, seguranças terceirizados do estabelecimento.. Eles estão sendo procurados pela polícia.
O adolescente afirmou, em depoimento à polícia, que furtou uma barra de chocolate da prateleira do supermercado. Em seguida, foi abordado por Santos, um dos seguranças. O jovem relatou que, neste momento, Neto chegou e ajudou o colega de trabalho. Juntos, levaram a vítima até um quarto nos fundos da loja, onde ocorreu a tortura.
A bárbara agressão ocorreu no mês passado, em um estabelecimento da rede Ricoy, no Jardim Selma. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a tortura que o adolescente sofreu, por pelo menos um minuto.
Na ocasião, os dois seguranças agridiram a vítima com um chicote com fios entrelaçados. “É chocante. Quando eu recebi o vídeo eu fiquei chocado, porque é uma imagem extremamente violenta”, classificou o delegado responsável pelo caso, José Luiz de Souza.
O crime foi identificado como tortura: “constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental”, de acordo com a lei 9.455, de 7 de abril de 1997. Um inquérito foi aberto no 80° DP (Vila Joaniza) e o delegado pediu ao supermercado informações sobre os dois seguranças. Souza deve, ainda, ouvir outros funcionários do estabelecimento.
O delegado pretende também saber se o episódio ocorre com frequência ou se foi um caso isolado. O chicote utilizado durante o crime também será alvo de diligências policiais. “Isso deverá ser apreendido, assim como o telefone de quem eventualmente tenha gravado a barbárie”, disse.
Após o episódio, já houve mais duas novas denúncias de pessoas que foram agredidas e torturadas nesse mesmo supermercado de São Paulos. Os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil. (Com informações do R7)
Published in Geral

 

Posso estar enganado, mas, não acredito que tenha sido atentado contra o prefeito de Osasco, Rogério Lins, e a sua esposa, Aline, no episódio de sexta-feira, 26, quando ambos sofreram queimaduras de 1º e 2º graus ao acenderem uma fogueira numa festa junina da Prefeitura.

Pra mim, foi crime, sim, mas por irresponsabilidade, imperícia e imprudência, que pode envolver os organizadores e também a quem autorizou, portanto, crime de natureza culposa e não dolosa.

Vejam, que as próprias filhas do casal poderiam estar também próximo à explosão. O próprio Rogério revelou que elas pediram para ajudar a acender a fogueira. Sendo assim, será que existiria alguém tão mau a porto de provocar um atentado contra toda a família Lins? A polícia está investigando o acidente gravíssimo.

Até 2017, como jornalista, acompanhei várias festas do Arraiá do Servidor na área da CMTO, inclusive, ficando bem próximo na hora de acender a fogueira. Mas, graças a Deus, nunca aconteceu nenhum acidente.

Agora, no entanto, em 2019, fazem uma fogueira num local, praticamente, fechado e com material inflamável? Em minha opinião, coisa de gente irresponsável e que deve ser punida por isso.

Mas, pergunto: os Bombeiros não foram avisados disso antes? Que seria realizada a festa com fogueira na Arena Vip? Se não foram, piora ainda mais a situação de quem organizou/montou esta verdadeira bomba no Arraiá do Servidor. (Renato Ferreira)

Published in Geral
Alexandre de Moraes participou de evento em São Paulo e disse que informações foram obtidas de forma criminosa. Os ministros Gilmar Mendes e Luis Barroso também já criticaram os vazamentos de rackers.
 
Nesta segunda-feira, 17/06, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, disse que ainda não é possível avaliar mensagens vazadas com diálogos supostamente mantidos entre membros da força-tarefa da operação Lava Jato. “Para isso, nós dependemos, primeiro, que todo o material seja divulgado. Segundo, que sejam atestadas a autenticidade e a veracidade desse material. Quando se coloca a conta-gotas não é possível ter uma visão de conjunto, nem da veracidade, nem da autenticidade”, disse após participar de um evento promovido pelo Grupo Bandeirantes.
Desde a semana passada, o site The Intercept tem divulgado trechos de mensagens atribuídas a Moro e a procuradores da Lava Jato. De acordo com o site, os diálogos apontam para uma “colaboração proibida” entre o então juiz federal responsável por julgar processos decorrentes da operação em Curitiba e os procuradores, a quem cabe acusar os suspeitos de integrar o esquema de corrupção.
Para Moraes, as informações foram obtidas de forma criminosa, apesar de destacar que o material tem interesse “jornalístico” e “público”. “As invasões que ocorreram nos telefones de agentes públicos são criminosas. Falo com absoluta tranquilidade que vazamentos, fake news, falsidade em notícias divulgadas é questão de polícia. Esses hackers que, eventualmente, invadiram devem ser alcançados, punidos e presos”, acrescentou o ministro ao falar sobre os vazamentos.
O ministro também defendeu a importância da Operação Lava Jato para o combate à corrupção: "É uma operação séria, conduzida dentro do devido processo legal. É uma realidade que realmente mudou o combate à corrupção no Brasil”. (Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo)
Published in Política
Conversas divulgadas pelo site "The Intercept" sugerem que o então juiz Sergio Moro combinava atuações com Procuradores. Veja aqui também quem é Glenn Greenwald, dono do site americano.
 
Um comunicado emitido pela Força-tarefa da Lava Jato revela preocupação de procuradores sobre conteúdo privado e profissional revelados, os quais teriam sido captados de celulares por um hacker. Seriam mensagens trocadas entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. O conteúdo foi capturado do aplicativo Telegram.
Parte do conteúdo foi publicado pelo site The Intercept. Algumas mensagens, por exemplo, mostravam preocupação sobre uma eventual entrevista de Lula, autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski que seria dada pouco antes das eleições de 2018.
A força-tarefa fala de ter sido alvo de hacker justamente dias após o agora ministro Sergio Moro ter relatado que seu celular foi invadido. “Procuradores mostram tranquilidade quanto à legitimidade da atuação, mas revelam preocupação com segurança pessoal e com falsificação e deturpação do significado de mensagens”, diz o comunicado.
Moro também se manifestou em nota pessoal sobre as denúncias e declarou que lamenta “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores”. Ele classifica o conteúdo como “supostas mensagens” e diz que “não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”.
A íntegra do comunicado da Força-tarefa da Lava Jato
"A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho. Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias.
Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cinco anos de Operação.
Contudo, há três preocupações. Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.
A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos.
Em segundo lugar, uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar “fake news”.
Entretanto, os procuradores da Lava Jato não vão se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais. A atuação sórdida daqueles que vierem a se aproveitar da ação do “hacker” para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto e falsificar integral ou parcialmente informações atende interesses inconfessáveis de criminosos atingidos pela Lava Jato.
Por fim, os procuradores da Lava Jato em Curitiba mantiveram, ao longo dos últimos cinco anos, discussões em grupos de mensagens, sobre diversos temas, alguns complexos, em paralelo a reuniões pessoais que lhes dão contexto. Vários dos integrantes da força-tarefa de procuradores são amigos próximos e, nesse ambiente, são comuns desabafos e brincadeiras. Muitas conversas, sem o devido contexto, podem dar margem para interpretações equivocadas. A força-tarefa lamenta profundamente pelo desconforto daqueles que eventualmente tenham se sentido atingidos.
Diante disso, em paralelo à necessária continuidade de seu trabalho em favor da sociedade, a força-tarefa da Lava Jato estará à disposição para prestar esclarecimentos sobre fatos e procedimentos de sua responsabilidade, com o objetivo de manter a confiança pública na plena licitude e legitimidade de sua atuação, assim como de prestar contas de seu trabalho à sociedade.
Contudo, nenhum pedido de esclarecimento ocorreu antes das publicações, o que surpreende e contraria as melhores práticas jornalísticas. Esclarecimentos posteriores, evidentemente, podem não ser vistos pelo mesmo público que leu as matérias originais, o que também fere um critério de justiça. Além disso, é digno de nota o viés tendencioso do conteúdo até o momento divulgado, o que é um indicativo que pode confirmar o objetivo original do hacker de, efetivamente, atacar a operação Lava Jato.
De todo modo, eventuais críticas feitas pela opinião pública sobre as mensagens trocadas por seus integrantes serão recebidas como uma oportunidade para a reflexão e o aperfeiçoamento dos trabalhos da força-tarefa.
Em paralelo à necessária reflexão e prestação de contas à sociedade, é importante dar continuidade ao trabalho. Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.
Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas.
Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias". (Fonte: Veja).
 
Jornalista americano usa site para alavancar carreira do marido
Jornalista amercano e seu namorado brasileiro
O deputado Federal, David Miranda (PSOL) vive no Brasil com o jornalista Glenn Greenwald
Conforme matéria do Portal R7, desde que se instalou no Brasil, em 2016, o site The Intercept tem adotado uma linha editorial que passa longe da isenção esperada de um veículo de imprensa internacional. Os artigos do site encabeçado pelo jornalista Glenn Greenwald servem apenas aos interesses dos partidos de esquerda.
Greenwald ficou conhecido no mundo todo após publicar vazamentos de dados da NSA (agencia de segurança dos EUA), abastecido pelo ex-agente Edward Snowden.
Radicado no Rio de Janeiro e casado com o brasileiro David Miranda, ele resolveu criar uma versão em português para o site. O jornalista americano tem também relacionamento estreito com o ex-presidente Lula, condenado e preso pela Lava Jato.
Lula e o jornalista americano
O jornalista americano Glenn Greenwald e o ex-presidente Lula
Miranda é considerado o braço direito de Greenwald. O nome dele veio a público em 2013, após ser detido por nove horas no aeroporto de Heathrow, em Londres, sob a legislação antiterrorista, além de ter documentos ligados aos vazamentos de Snowden confiscados.
A carreira política de Miranda começou justamente quando o The Intercept inaugurou sua versão brasileira. Em outubro de 2016, ele foi eleito vereador no Rio de Janeiro pelo PSOL. No começo deste mês, garantiu uma vaga de suplente de deputado federal pela mesma sigla. David Miranda assumiu o cargo após a renúncia de Jean Wyllys. (R7)
Published in Política

 

Está meio confuso este título, não é mesmo? Pois é, mas, a confusão é apenas por conta do nome da cidade. Sabe quando os membros de uma quadrilha não se entendem no momento da divisão do produto roubado e o caso termina em briga e até em morte?

Foi justamente isso que aconteceu na cidade de Novo Acordo, no estado de Tocantins. Só que o caso não envolve bandidos comuns. Os envolvidos são o prefeito e o vice-prefeito da cidade por causa de pagamento de propinas.

No último dia 10 de janeiro, o vice-prefeito de Novo Acordo, Leto Moura Leitão Filho (PRB), foi preso em flagrante, depois que mandou matar o prefeito da cidade Elson Lino de Aguiar (MDB, conhecido na cidade como Dotozim. O acusado foi interrogado na Delegacia de Investigações Criminais de Palmas.

Segundo informações da Polícia Civil de Palmas, no dia 9, o Dotozim levou três tiros, inclusive, um deles na cabeça. O crime ocorreu na residência do prefeito. Ele foi socorrido e internado, mas, acabou ficando de perigo. Segundo a Polícia, a motivação do crime teria sido por desentendimento na distribuição de recursos oriundos de fraudes em licitações na Prefeitura de Novo Acordo.

Morte planejada
Antes de ser vice na chapa de Dotozim, Leto Moura foi candidato a vereador da cidade em 2004.

Além do vice-prefeito, foi preso Gustavo Araújo da Silva, suspeito de ser o executor do atentado. Inicialmente, eles teriam combinado um pagamento de R$ 10 mil pelo crime, mas o depósito não chegou a ser feito. A polícia prendeu também o empresário Paulo Henrique Sousa, suspeito de fazer a intermediação entre o político e o matador Gustavo.

"Isto foi planejado mais ou menos há três meses. A morte do prefeito teria sido encomendada antes do Natal de 2018. Uma primeira tentativa foi feita com dois contratados, que não conseguiram chegar em Novo Acordo, depois que que se envolveram num problema com a PM de Aparecida do Rio Negro", explicou o delegado Diogo Fonseca. (Fonte: G1)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, basta acessar o site - www.noticiaseopiniao.com.br - e buscar pela palavra tragicômico.

Published in Geral

 

O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira, 20/12, quando o secretário saia de uma festa de confraternização de sua Secretaria, no bairro Novo Osasco, zona Sul da cidade.

Osvaldo Verginio havia acabado da festa, acompanhado do seu motorista, quando acabou sendo vítima de uma emboscada. Um indivíduo encapuzado, que saiu de uma camionete branca, abordou o veículo do secretário e disparou cerca de 11 tiros. Seis atingiram o peito de Osvaldo Vergínio. Um dos tiros teria atingido também a esposa do motorista que estava no banco traseiro.

Segundo testemunhas, o motorista do secretário e ele próprio tentaram revidar a agressão, mas o suspeito conseguiu fugir. Verginio chegou a ser socorrido e encaminhado para a UPA Novo Osasco, mas não resistiu aos ferimentos.

A GCM (Guarda Civil Municipal) e a Polícia Militar estiveram no local. O caso está sendo investigado pela Delegacia Seccional de Osasco.

Em nota, o prefeito de Osasco, Rogério Lins lamentou profundamente esse lamentável fato que deixa a cidade de luto. “Osvaldo era um homem íntegro, que contribuiu para o bom andamento da administração municipal, trazendo excelentes iniciativas para a melhoria da mobilidade urbana”, disse. Lins também contou que “estava chocado”, além de “colocar à disposição para ajudar nas investigações”. “Nesse momento, nos solidarizamos com a família e os amigos”, finalizou.

Osvaldo Vergínio foi integrante da Polícia Militar. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Osasco por dois mandatos. Filho de família tradicional de Osasco, Vergínio foi eleito deputado estadual em 2012 e chegou a concorrer à Prefeitura de Osasco no ano de 2016. No início de 2018, ele foi nomeado Secretário de Transporte e Mobilidade Urbana, onde desempenhava um excelente trabalho.

Osvaldo Vergínio tinha 55 anos, era casado com a também ex-vereadora, Andrea Capriotti. Deixa filhos e netos.

O velório de Vergínio será realizado a partir das 11h30, na Sala Osasco e o sepultamento, às 17h, no Cemitério Bela Vista.

Notícias & Opinião externa profundos sentimentos de pesar e pede a Deus que console a familia nesse momento de dor.

Published in Geral

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.