Sexta, 24 Maio 2019 | Login

 

Na Resistência, Haddad visita Lula, em Curitiba; 
Na Presidência, Bolsonaro inicia a transição, em Brasília

 

Apesar de não ser perfeita, a Democracia é, sem dúvida, o melhor regime de Governo que existe. Nela, a partir do voto, a maioria escolhe o governante e, cabe, à minoria, mesmo revoltada, acatar o resultado das urnas, na oposição.

No Brasil, por exemplo, nesta semana o clima político já começou a baixar após a acirrada disputa do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Bolsonaro voltou a Brasília, como Presidente eleito, dando início ao processo de transição.Ele esteve na Câmara dos Deputados, no STF e também no Palácio do Planalto, onde se encontrou com Michel Temer. Deu entrevistas e confirmou mais alguns nomes do seu Ministério, cujo quadro ele já disse que vai reduzir de 29 para 15 ou 16 Pastas, visando diminuir as despesas do Governo.

Já Fernando Haddad, acompanhado de correligionários do PT, fez a primeira visita ao ex-presidente Lula, depois de ser derrotado por Bolsonaro. Como todos sabem, Lula encontra-se preso numa na Polícia Federal de Curitiba, onde cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, condenado que foi pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Só que desta vez, a conversa foi diferente das que eles mantinham como estratégia de campanha antes das eleições. Agora, eles falaram sobre o futuro de Haddad, como opositor ao governo de Bosonaro, e também sobre o futuro de Lula, que neste mês será interrogado no processo do sítio de Atibaia, no âmbito da Operação Lava Jato. E desta vez, Lula será ouvido pela juíza Gabriela Hardt, que ficou no lugar de Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça. (Renato Ferreira)

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Os dias de Cesar Batisti, condenado à prisão perpétua na Itália, podem estar com os dias contados no Brasil
 
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira, 06/10 que, da parte dele, o italiano Cesare Battisti, 63 anos, voltará para a Itália. "Tudo o que for legal, da minha parte, nós faremos para devolver esse terrorista para a Itália", disse o presidente em entrevista, na noite desta segunda-feira, a José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. Segundo Bolsonaro, isso foi o que disse ao embaixador da Itália, Antonio Bernardini, durante encontro pela manhã.
Condenado na Itália por terrorismo e quatro assassinatos, Battisti vive em São Paulo. Em dezembro de 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição de Battisti, em decisão no último dia do mandato do ex-presidente petista.
Durante a campanha, Bolsonaro disse que pretendia extraditá-lo, como deseja o governo da Itália.
“O caso Batistti é muito claro. A Itália está pedindo a extradição. O caso está sendo discutido agora no Supremo Tribunal Federal. Esperamos que o Supremo tome uma decisão no tempo mais curto possível”, disse o embaixador.
Após a vitória de Bolsonaro, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse que o presidente eleito mantém a determinação em favor da extradição de Battisti. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal), julgue o caso o mais rápido possível.
 
No fim de semana, Cesare Batisti, que responde a outros processos no Brasil, disse que confia nas instituições brasileiras e espera poder continuar vivendo no Brasil.
Conversa
No encontro com Bolsonaro, o embaixador entregou uma carta enviada pelo presidente da Itália, Sergio Mattarella. O diplomata lembrou que Bolsonaro é de origem italiana e que ambos tiveram uma conversa “muito simpática”.
“Nós temos uma presença no Brasil que é histórica. Claro que a perspectiva para o futuro é aumentar essa presença italiana no Brasil”, disse o embaixador. (Fonte: Agência Brasil)
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Com a decisão do juiz federal Sergio Moro de aceitar o convite do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para assumir o Ministério da Justiça, a juíza substituta Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal, de Curitiba, é que vai ficar responsável, pelo menos de forma provisória, por todos os processos do magistrado, que ficou conhecido por comandar a maior operação de combate à corrupção: a Lava Jato.
Hardt nasceu em Curitiba, mas foi registrada em São Mateus do Sul (cerca de 155 quilômetros da capital). Maratonista aquática, se formou em Direito pela Universidade Federal do Paraná depois de passar dois anos estudando engenharia química. Em 2007, prestou concurso para juíza e, em 2009, foi designada para a Justiça Federal Paranaguá, no litoral paranaense.
Apenas em 2014, depois de passar também para Umuarama, Hardt voltou para Curitiba, onde passou a atuar como substituta na 13ª Vara Federal e quando começou a acompanhar o trabalho de Moro.
Ao substituir o magistrado pela primeira vez, em 2015, a juíza determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro José Dirceu, acusado de receber R$ 4 milhões de construtoras envolvidas na Lava Jato. Em maio deste ano, foi Gabriela quem expediu um mandado de prisão contra Dirceu para ele começar a cumprir a pena de 30 anos, 9 meses e 10 dias a que foi condenado, já que Moro estava fora do país. (Jovem Pan)
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Com carta branca, ele disse que vai implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado no Brasil
O juiz federal Sergio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, aceitou nesta quinta-feira, 01/11, o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro e será o ministro da Justiça. O anúncio foi feito por Moro, em nota. "Após reunião pessoal, na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite", afirmou.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou o nome de Moro no ministério. "Sua agenda anticorrupção, anticrime organizado, bem como o respeito à Constituição e às leis será o nosso norte", escreveu o presidente eleito. Em suas redes sociais, Bolsonaro anunciou a fusão das pastas da Justiça e da Segurança Pública.
Sergio Moro ficou cerca de uma hora e meia com o presidente eleito. Ao sair da reunião, acenou para as pessoas que se aglomeravam em frente à casa, mas não deu entrevista.
O juiz lamentou abandonar 22 anos de magistratura. "No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Para ele, na prática o cargo significa "consolidar os avanços contra o crime e a corrupção e afastar riscos de retrocessos por um bem maior".
Segundo Moro, a Operação Lava Jato continuará em Curitiba. "Para evitar controvérsias desnecessárias, devo, desde logo, afastar-me de novas audiências, acrescentou.
Natural de Maringá (PR), Sergio Fernando Moro, além de magistrado é escritor e professor universitário. Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá, tem mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Paraná. É juiz federal desde 1996, com especialização em crimes financeiros.
No julgamento do mensalão, Moro auxiliou a ministra Rosa Weber, no Supremo Tribunal Federal (STF).
Veja a íntegra da nota divulgada por Sergio Moro:
"Fui convidado pelo Sr. presidente eleito para ser nomeado ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Apos reunião pessoal, na qual foram discutidas politicas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar, pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba, com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes". (Agência Brasil)

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Presidente eleito fez um discurso emocionado e disse que chorou muito após a eleição

 

O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, compareceu, nesta terça-feira (30), à Assembleia de Deus Vitória em Cristo no bairro da Penha, no Rio de Janeiro. Ele foi recebido pelo pastor Silas Malafaia durante um culto.

Bolsonaro falou emocionado como se sentiu após a eleição, agradeceu a Deus, comentou a facada que levou e disse como chorou após o resultado das eleições.

– Eu tenho certeza que não sou o mais capacitado, mas Deus capacita os escolhidos. Também é um momento especial estar aqui com o pastor Silas Malafaia ao meu lado. Foi quem realizou o meu casamento há 11 anos. Chorei muito aquele dia e também chorei muito depois das eleições – lembrou.

O presidente eleito também apontou sobre os desafios que irá enfrentar e disse que está comprometido com os valores da família cristã.

– Isso é para comemorar ou é para a gente cada vez pensar com mais profundidade o tamanho dos desafios que temos pela frente. Quero agradecer a esse povo de Deus pela confiança depositada em meu nome. O que os senhores podem esperar de mim é uma pessoa comprometida com os valores da família cristã – ressaltou.

https://pleno.news/…/bolsonaro-agradece-a-deus-na-igreja-de…

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No sábado, 27 de outubro, portanto, um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, o ex-ministro e ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, surpreendeu o Brasil com a sua declaração de apoio ao candidato petista Fernando Haddad.

E não foi uma declaração simples de voto. Ela veio acompanhada de críticas a Bolsonaro e com esta afirmação "Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”.

Essa declaração de "medo" chega, inclusive, a surpreender partindo de um homem que, durante o processo do mensalão, demonstrou muita coragem ao denunciar, jugar e condenar figurões do PT, dando o primeiro golpe de morte ao partido de Lula, que acabou sendo preso e condenado a mais de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro na operação Lava Jato.

Só que essa reviravolta em cima da hora de Joaquim Barbosa, passando de algoz para eleitor do PT, não resultou em êxito para Joaquim Barbosa. Jair Bosonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos.

E, agora, com a eleição de Bolsonaro, ou o ex-ministro do STF cria coragem ou morrerá de medo. (Renato Ferreira).

 

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A interlocutores próximos, o juiz da Lava Jato tem dito que se, de fato, for convidado para o Ministério da Justiça, vai inicialmente conversar com o presidente
O juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, sinalizou nesta terça-feira, 30/10, ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), sobre eventual convite para chefiar o Ministério da Justiça ou para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota oficial, o magistrado de Curitiba declarou que "caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão".
"Sobre a menção pública pelo sr. presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para Ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão", afirmou Moro.
A interlocutores próximos, Moro tem dito que se, de fato, for convidado para o Ministério da Justiça, vai inicialmente conversar com Bolsonaro para identificar "convergências importantes" e "divergências irrelevantes".
O juiz da Lava Jato acredita que no Ministério da Justiça poderia adotar "boas iniciativas". Depois, eventualmente, seguiria para o Supremo, quando surgisse uma vaga na Corte máxima.
Nesta segunda-feira, 29/10, em entrevistas concedidas ao SBT e ao Jornal Nacional, da TV Globo, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que pretende convidar Moro para a pasta da Justiça em seu futuro governo ou ainda para ocupar uma vaga no Supremo.
"Pretendo conversar com ele (Moro) para ver se há interesse da parte dele", disse Bolsonaro em entrevista ao SBT. "Se eu tivesse falado isso antes (na campanha) soaria como oportunismo."
Ao Jornal Nacional, o presidente eleito disse que Moro é um "grande símbolo" da luta contra a corrupção. "Poderia ser ministro da Justiça ou, abrindo uma vaga no STF, (escolher) a que achar que melhor poderia contribuir para o Brasil". Aliados de Bolsonaro já haviam dito que Moro era cotado para ocupar futura vaga no STF. Esta é a primeira vez que o nome do juiz federal é citado como possível ministro.
Aliados de Bolsonaro dizem que a indicação de Moro para o Ministério da Justiça seria um atalho necessário para ele chegar ao Supremo. Um juiz de primeiro grau nunca foi alçado diretamente a ministro da Corte.
Esses interlocutores citam como exemplo o ministro Alexandre de Moraes. Antes de assumir a Corte, o advogado foi ministro da Justiça no governo Temer e Secretário de Justiça de São Paulo. O ministro Dias Toffoli, atual presidente do Supremo, também passou por um cargo relevante antes de ser indicado para a Corte. Toffoli foi Advogado-Geral da União, assim como o ministro Gilmar Mendes. (Fonte: Portal UAI)
Confira a nota de Moro:
Nota oficial
"Sobre a menção pública pelo Sr. Presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para Ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão. Curitiba, 30 de outubro de 2018.
Sergio Fernando Moro, Juiz Federal"
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Presidente eleito afirmou que não vai haver diálogo com movimentos sociais que invadem e depredam a propriedade privada
 
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em entrevista na noite desta segunda-feira, 29/10, que não pretende dialogar com os movimentos dos Sem Teto (MST) e dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), conhecidos por suas invasões em propriedades rurais e urbanas.
O capitão reformado do Exército ressaltou que espera que os atos de invasões e depredações passem a ser enquadrados como atos de terrorismo. “Movimento social que invade propriedade não temos que conversar com ele. Tem que ser enquadrado na lei”, afirmou Bolsonaro.
Segundo ele, nos governos anteriores houve apoio aos movimentos sociais que reivindicam terras por motivos ideológicos.
 
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“Quando você vê o pessoal do MST invadindo propriedades, depredando, matando animais, tocando fogo em prédio, você fica indignado com isso. Temos que ter uma relação bastante dura, para que esses que vivem fora de lei sejam enquadrados. Muitas vezes os proprietários entram com ação judicial de reintegração de posse, ganha na Justiça, mas os governadores não cumprem a ordem por questões ideológicas. Toda ação do MST e do MTST devem ser tipificadas como terrorismo. A propriedade privada é sagrada”, enfatizou Bolsonaro. (Fonte: Portal UAI)
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O primeiro país a receber o novo = presidente eleito do Brasil será o Chile
 
Confirmando que o seu governo terá novas diretrizes em termos de política externa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já definiu quais serão suas primeiras viagens internacionais. O capitão reformado deverá ter o Chile como seu primeiro destino, depois irá para os Estados Unidos e Israel.
Primeiro país a receber o futuro presidente, o Chile é considerado como uma referência de prosperidade e crescimento na América do Sul por Bolsonaro. Depois, o político deve visitar Donald Trump, com quem conversou por telefone neste domingo (28) após a confirmação de sua eleição. Em seguida, Bolsonaro deverá visitar Israel, onde esteve há dois anos, e com quem quer mater relações estreitas para a troca de informações sobre tecnologia.
As viagens, entretanto, só acontecerão após o futuro presidente se recuperar totalmente da facada que recebeu em setembro, durante evento de campanha na cidade de Juiz de Fora. Em dezembro, ele deverá passar por uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia que carrega desde o atentado.
Transição
Antes disso, o presidente eleito trabalhará com Michel Temer (MDB) na transição do governo. Bolsonaro e seus ministros de confiança, Paulo Guedes (Fazenda) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), vão se reunir nesta terça-feira (30) para definir quem fará parte da equipe que irá participar das primeiras reuniões com os representantes de Temer, em Brasília, a partir da próxima semana. (Fonte: Jovem Pan)
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Mesmo sem fazer nenhuma aliança partidária, Bolsonaro obteve cerca 56% dos votos válidos e foi eleito o 38º presidente da República neste domingo
 
Jair Messias Bolsonaro, do PSL, derrotou o petista Fernando Haddad. A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%).
Aos 63 anos, capitão reformado do Exército e deputado federal desde 1991, Jair Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para obter o mandato de presidente de 2019 a 2022. Sua vitória representa também a vitória do antipetismo sobre o petismo.
 
Oração
Um dos primeiros atos de Bolsonaro após o resultado oficial, foi fazer uma oração de agradecimento a Deus ao lado do senador Magno Malta. O presidente eleito disse que iniciou campanha com oração e, agora, não poderia deixar de agradecer a Deus pela campanha e pela vitória. Defensor de bandeiras da comunidade cristã, por sr contra o aborto indistintamente e também contra a liberação das drogas, Bolsonaro obteve também uma votação histórica entre os evangélicos.
Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, Bolsonaro apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda.
Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos. Com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen.
Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e 2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita.
Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista.
 
Ligação de Trump
Agora, à noite, Jair Bolsonaro recebeu ligações de diversos líderes e presidentes que o parabenizaram pela vitória, dentre eles, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ligaram també os presidente do México, a Argentina, de Portugal, da França e de outros países da Europa. Um dos primeiros a ligar para parabenizar Jair Bolsonaro foi o presidente Miche Temer, que colocou o governo à diposição do presidente eleito para processo de transição.
 
Haddad
Por outro lado, o petista Fernando Haddad não ligou para Jair Bosonaro. Ao discursar após o resultado oficial, Haddad afirmou que "que seus aliados não ficarão abandonados", dando a entender que fará oposição severa ao novo Presidente da República, "E vamos continuar lutado pela libertação do ex-presidente Lula", afirmou Haddad.
(Renato Ferreira com G1)

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