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OSASCO: Prefeitura reforma escolas, ginásios, UBSs e inicia nova fase do Asfalto Novo

OSASCO: Prefeitura reforma escolas, ginásios, UBSs e inicia nova fase do Asfalto Novo Featured

 
Com o objetivo de oferecer serviços e ambientes de qualidade à população osasquense, a Prefeitura está realizando uma série de obras de infraestrutura na cidade, As obras compreendem reformas de Unidades Básicas de Saúde, ginásio e escolas, além da nova fase do programa Asfalto Novo.
A Creche Vilma Catan, no Bela Vista, é uma das unidades que passam por ampla reforma. Além disso, um trecho da Avenida Alberto Santos Dumont, que liga a creche até o Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS Sul -, e ainda a Rua Hiroji Lokote, no Jardim São Pedro, fazem a estreia da nova etapa do Asfalto Novo. As vias já receberam novo pavimento, dependendo da pintura de solo.
Osasco asfalto
 
A Avenida Hirant Sanazar, importante ligação viária no sentido norte/sul, recebeu ações de zeladoria, com serviços de poda de árvores, capinagem e roçagem, tornando-se mais segura para quem circula pelo local.
A EMEF João Campestrini, no Munhoz Júnior, zona Norte, também beneficiada dentro do pacote de reformas, já está quase pronta. As salas foram pintadas, os pisos trocados e a parte elétrica está sendo toda substituída. A EMEF Prof Anézio Cabral, no Jardim D’Abril, recebeu poda de árvores e passa por reforma geral.
No CEU Zilda Arns, na zona Norte, as equipes atuam em ritmo acelerado. Os pisos foram todos trocados e os corrimãos e a rampa de acesso receberam nova pintura. A obra contempla ainda a reforma da quadra de esportes, banheiros, telhados e a piscina, que em breve estará disponível à população. No CEU José Saramago, na zona Sul, as obras seguem avançando.
Na Unidade Básica de Saúde da Vila Menck Márcio Valdevino Batista, na Rua Ribeirão Pires, as obras estão em fase de conclusão. A previsão de entrega é na segunda semana de fevereiro. A unidade ganhou nova pintura, portas, pias e torneiras, azulejos, pisos e mobiliário. A reforma inclui a substituição da parte hidráulica e da parte elétrica. A escada da entrada principal foi refeita, ganhou novo piso e corrimão, para comodidade dos usuários.
Além dessas ações, a prefeitura também executa obras nas UBSs do Olaria do Nino e Metalúrgicos. As UBSs de Presidente Altino e do Jaguaribe estão em fase final de construção. .
Também passam por reforma e modernização o Pronto-Socorro do Jardim Santo Antônio e o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), que funcionará em outro endereço, em um imóvel na Vila Campesina.
A prefeitura ainda executa obras no setor de esporte. O Ginásio Ayrton Senna da Silva, localizado no Bela Vista, na Rua Ciro dos Anjos, onde treinam as equipes masculina e feminina de Ginástica Artística, passa por reforma e ampliação, com troca de alguns equipamentos, instalação de ventiladores de teto e a construção de um prédio anexo para o treino das equipes de Ginástica Rítmica. As obras têm previsão de conclusão no final do primeiro semestre deste ano.
No Jardim Rochdale, o campo de várzea Escrefo, da Avenida Brasil, altura do 2.860, entre as Ruas Anhembi e João Kaufman, passa a integrar o pacote de outros 14 campos a receber gramado sintético, novo alambrado e iluminação de led.
Agora são 15 campos de várzea com gramado sintético. Quatro deles já foram entregues: Corintinha, Petrolhão, Vila Ayrosa e CEU Bonança. Os outros contemplados com a revitalização, além do Escrefo, são: Aliança, CSU, Eucaliptos, Flamenguinho, Ford, 7 de Setembro, Pestana, Metalúrgicos, Santa Cruz e São Pedro. (Fonte: Secom - Texto: Olga Liotta Imagens: Leandro Palmeira)
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    Também foi adiado o show de aniversário, promovido pela prefeitura, em parceria com a Rádio Nativa FM. O evento aconteceria no domingo, 16/2, a partir das 13h, no Estádio Prefeito José Liberatti, no Jardim Rochdale.
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    Minas Gerais
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    Osasco
     
    Osasco é outra cidade brasileira que sempre sofreu com as enchentes. E o seu bairro que mais sofre com a fúria das águas é o Rochdalle, na zona Norte. Uma das principais causas dessas enchentes, além das moradias irregulares, é o famoso Braço Morto do Tietê, criado pelo homem.
    Enchentes periferia Osasco
    Até meados do século passado, o Rio Tietê tinha um curso normal e sinuoso no município de Osasco. Um governador a época resolveu mudar esse curso deixando o rio numa linha reta na altura do Bairro do Rochdalle, criando assim o conhecido Braço Morto, que continuou recebendo águas de afluentes.
    Só que mudança no curso do Tietê, contrariando a natureza, criou um problema sério. O Braço Morto ficou mais baixo do que leito reto do Rio e, com o aumento da população em suas margens, o Braço Morto acabou se transformando num autêntico braço de enchentes ao longo das décadas.
    Atualmente, após várias obras do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura, as enchentes diminuíram um pouco, mas, ainda acontecem, como neste sábado, 01, causando ainda inundações e transtorno aos moradores da região.
    Enchentes Largo de Osasco
     
    E, se hoje, as enchentes diminuíram no Rochdalle, elas ocorrem em outros bairros e até mesmo na região central da cidade. Como em Belo Horizonte, as enchentes em Osasco ocorrem também devido às canalizações de córregos e falta de obras de infra-estrutura. São córregos canalizados que encontram um Tietê assoreado e acabam voltando com suas águas canalizadas para regão central.
    Osasco é uma das cidades com maior densidade população do Brasil. Com apenas 64 quilômetros quadrados de extensão, o município possui em torno de 800 mil habitantes. E esse crescimento ocorreu nas últimas décadas com a verticalização da cidade que não tem mais área rural. Na tarde deste sábado, se eu demorasse um pouco mais na região de Quitaúna, certamente, iria encontrar sérias dificuldades para voltar para a Vila São Francisco, devido às inundação naquele bairro e em outra regiões da cidade.
    E sobre esse problema da exploração imobiliária e canalização de rios, lembro de um episódio dos anos 1990, quando eu acompanhava o, então, prefeito Silas Bortolosso, numa visita a um córrego no Jardim Roberto, zona Sul, onde a Prefeitura tinha um projeto de canalização.
    Num determinado momento, o prefeito lembrou dos tempos de sua infância na região. Diante do córrego sujo, sem margem e cercado por habitações precárias, ele disse: "Naquele tempo, a gente brincava, nadava e pescava nesse rio". Então, vejam que não foi por culpa do Bortolosso que aquele córrego chegou a essa situação, mas, com certeza, se administradores do passado tivessem planejado melhor e conservado o rio limpo e sem habitações irregulares em suas margens, certamente, ele não precisaria ter sido canalizado.
    Hoje, as leis proíbem esse tipo de obra, mas, se os gestores públicos continuarem permitindo invasões de encostas e vales, crescimento desordenado e com todo tipo de sujeiras e esgotos sendo despejados em nossos rios, as enchentes vão continuar destruindo e matando pessoas inocentes. Os piscinões resolvem um pouco, mas, eles também precisam ser limpos e conservados.
    E depois das tragédias, senhores governantes, não adianta culpar a natureza ou o maior volume de chuvas no verão. A culpa é dos senhores que são pagos para governar, planejar e administrar as cidades. Até mesmo no caso de móveis ou entulhos jogados por moradores nas ruas ou córregos, os gestores púlicos têm culpa, porque cabe eles educar, fiscalizar e punir os maus munícipes. (Renato Ferreira é jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)

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