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PÂNICO E TERROR: Disputa entre traficantes deixa três mortos e seis feridos no Rio

PÂNICO E TERROR: Disputa entre traficantes deixa três mortos e seis feridos no Rio Featured

Além de mortos e feridos, a guerra entre traficantes incendiou ônibus levando pânico e terror aos moradores.
 
A disputa por território entre traficantes de duas facções rivais deixou um saldo de três mortos e seis feridos na Comunidade da Pedreira, zona norte do Rio, na quinta-feira, 03/10. Os números, divulgados pela Polícia Militar e Polícia Civil, podem ser ainda maiores, pois a região é extensa e de difícil acesso.
O confronto ocorreu quando um grupo de traficantes, que domina o vizinho Morro do Chapadão, decidiu invadir a Pedreira, no início da noite de quinta-feira; A lei do silêncio também impera nesses locais dominados por traficantes de drogas e os moradores não falam por medo de represália. Além de mortos e feridos, a guerra entre traficantes incendiou ônibus levando pânico e terror aos moradores. Mas, como não houve tiros da polícia, a grande mídia não deu destaque e nem houve críticas da oposição ao governo nas redes sociais. Parece até que não foi gente que morreu em mais essa tragédia provocada pelos traficantes de drogas.
Cenas de guerra
As trocas de tiros duraram quase toda a madrugada e só pararam quando a Polícia Militar decidiu intervir, já nesta sexta-feira (4) de manhã. Em meio aos confrontos, os criminosos atearam fogo a quatro ônibus, levando mais pânico aos moradores, que não puderam voltar para casa até cessarem os tiros. Uma estação de metrô foi fechada, por motivo de segurança, e a circulação de trens do ramal Belford Roxo, da Supervia, chegou a ser interrompida.
Durante esta sexta-feira, foram ouvidos tiros na região, mas em pequena quantidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, as escolas municipais não funcionaram, devido à sensação de insegurança no local. O policiamento mantém-se reforçado, com equipes do 41º BPM (Irajá) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) atuando para estabilizar a região. (Fonte: Agência Brasil)
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    "Eduquem seus filhos, não permitam que séries, blogs, digam aos seus filhos como agir ou pensar", alerta a psicóloga Marisa Lobo.
     
    Após a decisão da prefeitura do Rio de Janeiro de mandar recolher gibis infantis com temáticas LGBTs, expostos para venda na Bienal do Livro, no início de setembro, o Youtuber Filipe Neto, que possui milhões de seguidores nas redes sociais, chamou atenção ao anunciar a compra de 14 mil exemplares do material para a distribuição gratuita na feira.
    Com o anúncio, Felipe Neto se tornou alvo de críticas não apenas de autoridades políticas, mas também de pais, mães e profissionais de saúde, como a psicóloga, escritora e palestrante Marisa Lobo, que viram nele uma figura com o potencial de influenciar negativamente crianças e adolescentes.
    "Como Psicóloga recomendei em um evento para 1.000 mulheres em São Luis do Maranhão (Ad.Tirirical) para os pais monitorarem os canais e conteúdos de youtube e não permitirem que seus filhos assistam principalmente FelipeNeto", escreveu Marisa Lobo em suas redes sociais.
    Marisa Lobo viaja o Brasil inteiro dando palestras sobre temas relacionados à família, educação, sexualidade e suicídio. Ela afirmou que fará o mesmo alerta nos eventos seguintes. "Além desse evento onde palestrei sobre Sexualidade, em outro evento de família a orientação foi a mesma", contou a psicóloga.
    "Desde que soube da influência que esse blogueiro exerce sobre as crianças, há 2 anos, resolvi assistir e confesso, fiquei indignada e preocupada com as temáticas e narrativas do blogueiro, desde então, em todas minhas agendas tenho recomentado aos pais e alertado aos jovens para abolir de suas lista Felipe Neto, por considerá-lo uma péssima influência", destacou Marisa.
    Segundo a psicóloga, Felipe Neto "ensina crianças falarem palavrão, desrespeitar os pais na tentativa de promover claramente os movimentos lgbtts, erotizando e por vezes desconstruindo a moral, as tradições das crianças". Marisa Lobo não está sozinha em sua opinião.
    Nos últimos dias, a hastag #PaisContraFelipeNeto ficou no topo das mais citadas no Twitter. Em uma matéria publicada pelo portal R7, assinada pela jornalista internacional Patrícia Lages, ela destaca que Felipe Neto "grita, xinga, fala palavrões como vírgulas, incita o bullying e, além disso, revira os olhos e ataca quem pensa diferente dele".
    "Não satisfeito com isso, costumeiramente Felipe Neto dita as regras do que seus seguidores devem fazer, com a autoridade de quem sabe que tem controle sobre eles", destaca Lages. "Há um vídeo em que ele orienta seus seguidores menores de idade a criarem uma conta falsa no YouTube para poderem assistir conteúdos para maiores de 18 anos", acrescenta.
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    Hoje, os criminosos podem até continuar aterrorizando no Brasil, mas, o ´diálogo' com a Polícia mudou.
     
     
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  • TRÁFICO DE DROGAS: Freixo defende Bolsonaro em caso de militar preso com cocaína
    Deputado escreveu nas redes sociais que o episódio é grave e precisa ser esclarecido, mas que pode ser um caso isolado.
     
    Na tarde desta quarta-feira, 26/06, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que integra a oposição ao governo Bolsonaro na Câmara, saiu em defesa do presidente no caso do militar da Aeronáutica preso com 39 quilos de cocaína em um voo que transportava a equipe que dava apoio a Bolsonaro. O sargento Manoel Silva Rodrigues já fez 29 viagens internacionais e já acompanhou, além de Bolsonaro, os presidentes Michel Temer e Dilma Rousseff.
    Freixo declarou, por meio das redes sociais, que o episódio é grave e precisa ser esclarecido, mas que “não podemos ser leviamos” já que pode ser um caso isolado.
    “Se os 39 kg de cocaína fossem encontrados em aviões presidenciais de Dilma, Lula ou FHC, como Bolsonaro reagiria? Não podemos ser levianos. O episódio é muito grave e precisa ser esclarecido, mas pode ser um caso isolado e não é possível responsabilizar o presidente”, escreveu o parlamentar.
    O deputado federal aproveitou para dizer que a principal questão do caso é que ele reforça “o erro de se insistir numa política insana de guerra às drogas nas favelas brasileiras”.
    “O principal desse crime é que ele reforça o erro de se insistir numa política insana de guerra às drogas nas favelas brasileiras, vitimando os mais pobres. O tráfico movimenta fortunas no mundo todo e envolve poderosos. É preciso seguir o dinheiro e ir para o andar de cima”, finalizou Freixo. (Fonte: Portal Conexão Política e UOL)

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