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SAÚDE: Prefeito de São Paulo sanciona lei que proíbe fumar em parques públicos

SAÚDE: Prefeito de São Paulo sanciona lei que proíbe fumar em parques públicos Featured

Quem for pego em flagrante fumando nos parques estará sujeito a uma multa de R$ 500. Excelente lei que deveria pegar em todo Brasil.
 
Nesta sexta-feira, 30/08, o prefeito Bruno Covas sancionou lei - aprovada pela Câmara Municipal de São Paulo - que proíbe fumar nos parques públicos municipais da cidade. A lei passa a valer em 60 dias e não será permitido o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés, vape ou qualquer produto fumígeno, derivado ou não do tabaco.
Quem for pego em flagrante fumando nos parques estará sujeito a uma multa de R$ 500, aplicada em dobro na reincidência.
 
Bruno Covas
Bruno Covas, Prefeito de São Paulo
“Não combina o uso do cigarro com um espaço em que se quer preservar a natureza, conviver com a família, praticar esportes. Enfim, não tem nenhuma relação o uso do fumo em espaços como esse. Portanto, sancionei a lei, fico muito feliz de poder ter sancionado essa iniciativa e vamos agora conscientizar a população da importância desta lei", disse o prefeito Bruno Covas.
Os parques receberão placas com o aviso da proibição e valor da multa. A expectativa do prefeito é que, em 60 dias, as placas já estejam colocadas e esteja finalizada a discussão com os conselhos gestores dos parques, formado por integrantes da população, que serão os responsáveis pela definição das áreas destinadas aos fumantes.
Segundo Covas, a fiscalização será feita pelos agentes da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, com o apoio da Guarda Civil Municipal – GCM.
Como será
Prefeitura de São Paulo proibe furmar nos parques
A multa será aplicada por meio da identificação com documento de identidade, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e endereço para onde será enviado um boleto. Haverá ainda um canal para os frequentadores denunciarem os infratores.
"A GCM vai ajudar os fiscais da Secretaria do Verde e Meio Ambiente. Quem aplicará a multa será o fiscal, o GCM ajuda a dar segurança, porque muitas vezes os fiscais ficam inibidos porque sofrem ameaças", explicou o prefeito.
Para ele, não haverá problemas na aceitação da lei, porque a questão é cultural, e deve ser incorporada pela população assim como ocorreu com a lei que proíbe o fumo em restaurantes e bares.
“Quando foi aprovada a lei que proíbe fumar em restaurantes em São Paulo a preocupação era com a fiscalização. Hoje, nós não temos nenhuma multa aplicada em bares e restaurantes e ninguém fuma nesses locais. Já virou uma questão cultural. Muito mais do que punir as pessoas, é uma questão de conscientização”, finalizou o prefeito. (Informações da Agência Brasil)
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  • EXPOSIÇÃO: São Paulo recebe mostra sobre o Egito Antigo no CCBB
    Exposição reúne peças originais entre esculturas, pinturas e uma múmia.
     
    (Agência Brasil) - A vida, a religiosidade e o pós-morte na civilização que se concentrou ao longo do curso inferior do Rio Nilo, de 4000 antes de Cristo (a.C.) a 30 a.C., compõem a exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB-SP). A mostra, que será aberta nesta quarta, 19/02, e fica em cartaz até 11 de maio, com entrada gratuita, reúne 140 peças que têm em comum a relevância para o entendimento dessa cultura, que manteve parcialmente os mesmos modelos religiosos, políticos, artísticos e literários por três milênios.
    Sucesso de público em sua passagem pelo Rio de Janeiro, a exposição foi vista por quase 1,5 milhão de pessoas.
    O curador da mostra, historiador Pieter Tjabbes, junto com Paolo Marini, ao apresentar a exposição, ainda em montagem, disse que os museus têm resistência em emprestar as peças, ainda mais por um ano. “Mas o Brasil nos últimos anos ganhou prestígio na rota das grandes exposições”, disse Pieter.
    A mostra é a primeira exposição organizada pelo do Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio), da Itália.
    “O principal objetivo é possibilitar a um público grande e diverso, um entendimento qualificado sobre a cultura egípcia”, explicou Tjabbes. “Organizamos as obras em diversos recortes, diferentes instâncias, ultrapassando limites temporais e regionais”, acrescentou.
    Uma réplica da tumba de Nefertari e uma pirâmide cenográfica fazem parte da exposição. Aproximadamente 75% dos itens de Egito Antigo: do cotidiano à eternidade vêm das vitrines do percurso da exposição do Museo Egizio, outros 15% vêm das reservas técnicas. “Vale ressaltar que o Museo Egizio de Turim possui a coleção mais importante de Antiguidades egípcias fora do Egito. Cerca de 70% da coleção provém das missões de escavação realizadas por Ernesto Schiaparelli e Giulio Farina durante o século XX”, explicou o curador Paolo Marini.
    Aspectos da historiografia geral do Egito Antigo serão apresentados de forma didática e interativa, por meio de esculturas, pinturas, amuletos, objetos cotidianos, um Livro dos Mortos em papiro, objetos litúrgicos e óstracons (fragmento de cerâmica ou pedra usados para escrever mensagens oficiais), além de sarcófagos, múmias de animais e uma múmia humana da 25ª dinastia.
    Segundo Tjabbes, o alto nível de qualidade das obras à expografia envolvente e ao empenho de toda a equipe do CCBB e de produção da Art Unlimited explicam o sucesso. “Nos alegra muito perceber a participação de visitantes de diferentes níveis socioculturais, sendo que muitas dessas pessoas se mobilizaram pela possibilidade de aproximação com as raízes africanas presentes na cultura do Egito Antigo”, disse.
    Egito Antigo
    Por volta de 4000 a.C., os povos do Egito viviam em pequenas unidades políticas, os nomos, e eram governados por nomarcas, que se reuniram em dois reinos, o Baixo Egito, ao norte, e o Alto Egito, ao sul. Reconhecido como berço de umas das primeiras grandes civilizações da Antiguidade, o Egito Antigo se formou a partir da unificação do Alto Egito e Baixo Egito, no reinado de Menés (Narmer, em grego), o primeiro faraó, entre 3100 a.C. e 3000 a.C. – e se desenvolveu até 30 a.C., após a derrota de Cleópatra pelo Império Romano, na Batalha de Alexandria.
    Foram quase 3 mil anos de relativa estabilidade política, prosperidade econômica e florescimento artístico, alternados por períodos de crises. O legado dessa civilização desperta fascínio até hoje e teve grande influência na moda, no design, na arquitetura e em cultos europeus, como a maçonaria e a Rosa Cruz, sendo que, a partir do século 19, virou mania na Europa (egiptomania).
    Muitas das peças de Egito Antigo: do cotidiano à eternidade são resultantes de escavações do século 19 e início do século 20, e todas são oriundas do Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio), da Itália. Fundado em 1824 por Carlo Felice di Savoia, rei da Sardenha, o museu italiano reúne a segunda maior coleção egiptológica do mundo (depois do Museu do Cairo), com cerca de 40 mil artefatos do Egito Antigo. Seu acervo é resultado da junção das peças da Casa Savoia (adquiridas desde o século 17) às da coleção que o monarca comprara das escavações de Bernardino Drovetti, cônsul da França no Egito (1820-1829) – e outra parte do acervo foi descoberta pela Missão Arqueológica Italiana (1900-1935), quando ainda era possível a divisão dos achados arqueológicos.
    A exibição é dividida nas seções vida cotidiana, religião e eternidade, que ilustram o laborioso cotidiano das pessoas do Vale do Nilo, revelam características do politeísmo egípcio e abordam suas práticas funerárias. Cada seção apresenta um tipo particular de artefato arqueológico, contextualizado por meio de coloração e iluminação projetadas para provocar efeitos perceptuais, simbólicos e evocativos. As cores escolhidas são o amarelo para a seção da vida cotidiana; verde para a religião, e azul para as tradições funerárias – associadas a três intensidades da iluminação (brilhante, suave e baixa).
    Os visitantes poderão conferir o acervo inédito ao longo dos seis andares do CCBB de São Paulo.
    Neste ano, a exposição ainda será exibida nos CCBB de Brasília e Belo Horizonte. (Agência Brasil)
    SERVIÇO
    Egito Antigo: do cotidiano à eternidade
    De 19/02/2020 a 11/05/2020
    Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
    Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP
    Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças
    Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô
    Informações: (11) 4298-1270
  • SEM FESTA: Prefeitura adia eventos sobre aniversário de 58 anos de Osasco
     
    A Prefeitura de Osasco adiou o lançamento da Programação de Aniversário de 58 anos de emancipação político-administrativa do município, que seria realizado nesta quarta-feira, 12/2, às 19h, no Teatro Municipal Glória Giglio.
    Também foi adiado o show de aniversário, promovido pela prefeitura, em parceria com a Rádio Nativa FM. O evento aconteceria no domingo, 16/2, a partir das 13h, no Estádio Prefeito José Liberatti, no Jardim Rochdale.
    Assim que as novas datas dos eventos forem definidas, a Prefeitura fará uma ampla divulgação. Quem já fez a troca dos alimentos por ingressos do show, não precisa se preocupar, porque eles terão validade posteriormente. É importante salientar que os shows de aniversário com Zé Neto e Cristiano, Lucas Lucco, Gustavo Mioto, Juan Marcus e Vinícius e outras atrações não têm custos para município.
    Assim como o show e o lançamento da programação, outros eventos agendados para acontecerem durante a semana de 10 a 16/2, como entregas de reformas, inauguração do CID, entre outros, também foram adiados.
    O adiamento dos eventos se deu por conta das fortes chuvas que caíram em Osasco, na madrugada de segunda-feira, 10/02, registrando o maior índice dos últimos 7 anos, 186 mm. A Prefeitura de Osasco decretou “Estado de Calamidade” (Decreto nº 12.353, de 10/2/2020), com base nos relatórios de ocorrência emitidos pela Defesa Civil de Osasco. (SECOM/PMO)
    Serviço
    ADIAMENTO: Lançamento da programação de Aniversário de Osasco e shows musicais.
  • TRAGÉDIAS ANUNCIADAS: Temporal para São Paulo e região Metropolitana

    Depois de Belo Horizonte, hoje, foi a vez de São Paulo que amanheceu submersa. Choveu mais que o previsto e, infelizmente, em 2021, essas tragédias se repetirão.

    Por Renato Ferreira -

    Um fortíssimo temporal atinge São Paulo desde domingo, 09/01 e, nesta segunda-feira, a maior cidade da América Latina e toda a região Metropolitana amanheceram submersas. Está tudo parado. Os meios de transporte coletivo, como Trem e Metrô, foram afetados. E a ordem da Defesa Civil é para que ninguém saia de casa ou enfrente as centenas de pontos de alagamento.

    As duas principais vias púplicas que cortam São Paulo, as Marginais Tietê e Pinheiros, têm vários trechos intransitáveis. Todas as regiões foram afetadas, mas, a região Oeste é uma das mais atingidas, principalmente, os bairros Butantã, Lapa, Leopoldina, onde fica a Ceagesp, e cidades da região, como Osasco, Carapicuíba e Barueri.

    Tragédias anunciadas

    Enchentes em Osasco

    Repetimos aqui, o que mencionamos na matéria publicada no dia 1º de fevereiro - https://bit.ly/2OkMCGV - quando abordamos a destruição de Belo Horizonte. Uma cidade que nos anos 1970, festejou a canalização e tamponamento de seus córregos e rios e que, agora, paga caro, pois, a água não respeita nada que o homem construiu para impedir a sua passagem livre.

    Não podemos jogar tudo nas costas da natureza e alegar que mais uma vez "choveu mais do que o previsto". Isso é desculpa de administradores irresponsáveis, pois, todos os anos as enchentes causam destruição e mortes. Os governantes, pagos pelo povo para administrar, pensam apenas nas próximas eleições, jamais, nas próximas gerações.

    Durante todo o ano, na estiagem, não vemos nenhum tipo de obras de verdade e de prevenção contra as enchentes, que todos sabem que acontecem no verão.

    As habitações continuam surgindo nas encostas e nas margens, como os rios e córregos continuam recebendo todo tipo de lixo, entulhos e esgoto. E depois os gestores se dizem "surpreendidos" pelos temporais fora do previsto. Isso é incompetência, além de burrice. E quem sofre mais é sempre os mais pobres.

    Onde ficam a previsão e o planejamento de quem governa? E por falar em previsão, a do tempo não é boa para São Paulo. Nos próximos 10 dias, segundo os metereologistas, a região baterá recorde histórico de chuva, ou seja, o temporal vai continuar e aumentar ainda mais. (Renato Ferreira é Jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)

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