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PREVENÇÃO: Barueri realiza mapeamento de áreas de riscos geológicos

PREVENÇÃO: Barueri realiza mapeamento de áreas de riscos geológicos Featured

Medida visa prevenir a cidade contra incidentes provocados pelas chuvas como inundação e deslizamento de terra no município
 
 
A ação conjunta entre Guarda Municipal, Defesa Civil e Demutran (órgãos da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana – SSMU) trabalha no monitoramento de chuvas e tempestades em pontos de visibilidade nas regiões mapeadas com maior índice de alagamentos.
A SSMU possui em sua equipe de profissionais um geocientista e analista ambiental que realiza durante o ano o mapeamento de riscos de deslizamento de terra e inundação que é desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais do Brasil (CPRM), nas 18 microbacias que se encontram em Barueri. Esse trabalho já produziu a listagem de ruas e suas extensões com possíveis riscos. Quando avaliado, o resultado é comunicado às Secretarias de Obras e de Serviços Municipais.
“Para a consecução da setorização e mapeamento de ultradetalhe das áreas de riscos serão necessários trabalhos de campo e análises laboratoriais que deverão ser realizados ao longo de 2019”, conclui o geocientista da SSMU, Edson Oliveira da Silva. (SECOM/PMB)
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    Desde o começo de novembro deste ano, o Hospital Municipal de Barueri (HMB) passou a fornecer remédios quimioterápicos para os seus pacientes. Após elaboração e viabilização do projeto, a medida, tomada pela Prefeitura de Barueri por meio da Secretaria Municipal de Saúde, garante, além do espaço físico e da equipe médica do hospital, a aquisição dos remédios necessários para o tratamento de câncer.
    “Com essa mudança, o tratamento é oferecido totalmente pela Secretaria Municipal de Saúde e, assim, temos maior agilidade no fornecimento do tratamento e no aumento das opções terapêuticas em relação às medicações”, explica Ricardo da Fonseca, coordenador do setor de oncologia do HMB, que destaca três principais funções da quimioterapia: evitar que a doença retorne, diminuir o tamanho do tumor e acabar em definitivo com o tumor.
    Existem vários tipos de quimioterapia, que podem ser ministradas via oral, pela veia e pelo músculo, e a frequência do tratamento pode ser semanal, quinzenal ou mensal, de acordo com o tamanho do tumor e com o grau de extensão da doença. Além da quimioterapia, alguns pacientes precisam de hormonioterapia e cirurgia, procedimentos que também são oferecidos pela unidade.
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    Ainda com base nas informações do INCA, a quimioterapia, um dos tratamentos para combater o câncer, utiliza medicamentos que entram na corrente sanguínea para destruir as células doentes que formam o tumor e para impedir que se espalhem pelo corpo. (SECOM/PMB)
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     Equoterapia em Barueri 2
     
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    Hoje, em 2018, no entanto, graças ao descaso dos governantes, essa frase é apenas um quadro histórico no Museu da República. A febre amarela voltou a matar brasileiros. Triste realidade!

     

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    E, realmente, com o trabalho do incansável Osvaldo Cruz e de outros grandes nomes da República, em 1942, a febre amarela urbana foi erradicada no Brasil.

    Mas, infelizmente, com o passar dos anos, tudo mudou para pior. Nas últimas décadas, congressistas e governo foram deixando de lado o pedido de Osvaldo Cruz. Os recursos para a saúde preventiva foram sendo desviados para os ralos da corrupção.

    E, hoje, em pleno Século 21, a frase do cientista é apenas um quadro no Museu da República. A febre amarela, como outras doenças que já haviam sido erradicadas, voltaram a matar brasileiros no campo e nas cidades. Pobre Brasil! (Renato Ferreira)

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