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Osasco tem novo secretário de Saúde

Osasco tem novo secretário de Saúde Featured

 
Na manhã desta quarta-feira, 14/11, em solenidade realizada na Sala de Reuniões de seu Gabinete, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, deu posse ao novo secretário de Saúde do município. Trata-se do médico cardiologista João de Deus, que substitui José Carlos Vido, que ocupava o cargo desde o início da atual Administração em janeiro de 2017. No mesmo evento, Vido foi empossado na Chefia de Gabinete de Rogério Lins.
 
Coletiva Mesa
 
Ao se despedir da Secretaria da Saúde, Vido fez um balanço de sua gestão e agradeceu pela indicação do prefeito Lins. “Deixo a Secretaria de Saúde com sentimento do dever cumprido. Fizemos tudo o que foi possível, mas, saio angustiado, porque a Saúde no Brasil, principalmente, nos governos do PT, sempre foi colocada em segundo plano. E assumo meu novo cargo com a mesma disposição que dediquei à Saúde em prol da cidade de Osasco".
 
Coletiva Lins e Vido
 
Por sua vez, o prefeito agradeceu e elogiou o ex-secretário de Saúde. "O Vido é uma pessoa competente e muito leal. Foi importante nesses dois primeiros anos de nosso governo e será também muito importante, agora, numa outra etapa e mais próximo do Gabinete, nas relações políticas e com toda a população de Osasco". Segundo o prefeito, João Pucciariello Perez, que deixa a chefia de Gabinete será designado para outro setor da Administração.
Novo Secretário
Em seguida, após falar sobre a estrutura e os desafios da Saúde no município, Rogério deu boas vindas e desejou boa sorte ao novo titular da Pasta. "Sem dúvida, temos alguns desafios. A Saúde pública é uma área muito delicada e com uma grande demanda. Saltamos de 15 mil para 25 mil atendimentos. Vamos implantar o Hospital Infantil e o Hospital da Mulher. E já está também tudo encaminhado para a implatação da primeira AME (Atendimento Médico Especializado) em parceria com o governo do Estado. Em 2019, o orçamento da Saúde será em torno de R$ 680 milhões", disse o prefeito.
 
Em sua fala, o novo Secretário, que deixa a Secretaria da Saúde de Vargem Grande Paulista, onde ficou por dois anos, afirmou que pretende se reunir com José Carlos Vido para tomar conhecimento de toda a estrutura e programas da Pasta, e que vem para Osasco com muita disposição de trabalhar, sempre com respeito ao dinheiro público. “Vamos trabalhar 24 horas durante os sete dias da semana, visando dar o melhor de nós para a área da Saúde nesta grande cidade, que já conheço e onde já trabalhei", disse João de Deus.
 
Ele estava acompanhado de sua mulher, Larisse, que também é medica. Ela vai substituí-lo na Secretaria de Saúde de Vargem Grande Paulista. O prefeito de VGP, Jusué Ramos, também participou da posse de João de Deus em Osasco. Josué disse que o prefeito Lins acertou no convite. "O dr. João de Deus é um profissional competente. Fez um grande trabalho em nossa cidade e tenho certeza que vai fazer o mesmo em Osasco. Só deixei ele vir para Osasco, porque ele aceitou em deixar a dra. Larisse em seu lugar", brincou Josué Ramos.
 
Estiveram presentes também a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins, a vice-prefeita Ana Maria Rossi, secretários e vereadores. (Fotos: Sérgio Gobatti)
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  • CIÊNCIA E SAÚDE: Derretimento do gelo da Groenlândia é o maior dos últimos três séculos, diz relatório
    Estudo fornece novas evidências dos impactos das mudanças climáticas no derretimento do Ártico e na elevação global do nível do mar
     
     
    Por G1
    O derretimento da superfície da camada de gelo da Groelândia começou a aumentar em meados do século XIX e depois aumentou drasticamente durante o século XX e início do século XXI, não mostrando sinais de diminuir, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira, 5 de dezembro de 2018, na revista "Nature". O estudo fornece novas evidências dos impactos das mudanças climáticas no derretimento do Ártico e na elevação global do nível do mar.
    "O derretimento da camada de gelo da Groelândia entrou em colapso. Como resultado, o derretimento está aumentando o nível do mar mais do que durante os últimos três séculos e meio", disse Luke Trusel, um glaciologista da Escola de Terra e Meio Ambiente da Universidade de Rowan. "E o aumento do derretimento começou na mesma época em que começamos a alterar a atmosfera em meados do século XIX", disse.
    "A partir de uma perspectiva histórica, as taxas de derretimento de hoje estão fora das tabelas, e este estudo fornece as evidências para provar isso", disse Sarah Das, glaciologista do Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI) e co-autora do estudo. "Encontramos um aumento de 50% no total do escoamento de água de gelo em comparação com o início da era industrial e um aumento de 30% desde o século XX."
    Aumento do nível do mar
    A perda de gelo da Groelândia é um dos principais impulsionadores da elevação global do nível do mar. Os icebergs que chegam ao oceano a partir da borda das geleiras representam um componente da água que retorna ao oceano e eleva o nível do mar.
    Mais da metade da água da folha de gelo que entra no oceano vem do escoamento da neve derretida e do gelo glacial no topo da camada de gelo. O estudo sugere que, se o derretimento da camada de gelo da Groelândia continuar em "taxas sem precedentes" - que os pesquisadores atribuem aos verões mais quentes - pode acelerar o ritmo já rápido da subida do nível do mar.
    "Ao invés de aumentar constantemente conforme o clima se aquece, a Groelândia vai derreter cada vez mais para cada grau de aquecimento. A elevação do nível do mar e do derretimento que já observamos será diminuída pelo que pode ser esperado no futuro, enquanto o clima continua aquecido", disse Trusel.
    O estudo
    Para determinar com que intensidade o gelo da Groelândia derreteu nos séculos passados, a equipe de pesquisa usou uma broca do tamanho de um poste de luz para extrair amostras de gelo da camada de gelo e de uma camada de gelo costeira adjacente, em locais a mais de 2.000 metros acima do nível do mar.
    Os cientistas perfuraram essas elevações para garantir que os núcleos contivessem registros da intensidade do degelo passado, permitindo-lhes estender seus registros de volta ao século XVII. Durante os dias quentes de verão na Groelândia, o derretimento ocorre em grande parte da superfície da camada de gelo. Em altitudes mais baixas, onde o derretimento é o mais intenso, a água derretida escorre da camada de gelo e contribui para a elevação do nível do mar, mas nenhum registro do degelo permanece.
    Em altitudes mais elevadas, no entanto, a água de degelo do verão recua rapidamente do contato com a camada de neve abaixo do ponto de congelamento, que fica embaixo. Isso impede que ele escape da camada de gelo na forma de escoamento. Em vez disso, forma faixas geladas distintas que se acumulam em camadas de gelo denso ao longo do tempo.
    As amostras do núcleo foram levadas aos laboratórios de gelo da Fundação Nacional de Ciência dos EUA em Denver, Colorado, e no Instituto de Pesquisa do Deserto em Reno, Nevada, onde os cientistas mediram as propriedades físicas e químicas ao longo dos núcleos para determinar a espessura e a idade das camadas fundidas. Faixas escuras correndo horizontalmente através dos núcleos, como os carrapatos em uma régua, permitiram que os cientistas registrassem visualmente a força do derretimento na superfície de ano para ano. As camadas mais grossas do derretimento representaram anos de maior fusão, enquanto as seções mais finas indicaram anos com menos derretimento.
    Combinando resultados de múltiplos núcleos de gelo com observações de fusão de satélites e modelos climáticos sofisticados, os cientistas foram capazes de mostrar que a espessura das camadas de derretimento anuais que eles observaram claramente rastreou não apenas quanto derretimento estava ocorrendo nos locais de perfuração, mas também muito mais amplamente em toda a Groelândia. Essa inovação permitiu que a equipe reconstruísse o escoamento de água de degelo nas bordas de elevação mais baixa da camada de gelo - as áreas que contribuem para o aumento do nível do mar.
    "Nós sentimos que houve um grande derretimento nas últimas décadas, mas antes não tínhamos base para comparação com as taxas de derretimento mais antigas", disse Matt Osman, que participou do estudo. "Através da amostragem de gelo, fomos capazes de estender os dados de satélite por um fator de 10 e obter uma imagem mais clara de quão extremamente incomum tem sido o derretimento nas últimas décadas em comparação com o passado".
    Trusel disse que a nova pesquisa fornece evidências de que o rápido derretimento observado nas últimas décadas é altamente incomum quando colocado em um contexto histórico.
    "Para poder responder o que pode acontecer com a Groelândia, precisamos entender como a Groelândia já respondeu à mudança climática", disse ele. "O que nossos núcleos de gelo mostram é que a Groelândia está agora em um estado onde é muito mais sensível a novos aumentos de temperatura do que há 50 anos atrás".
    Um aspecto notável das descobertas, disse Das, foi o pouco aquecimento adicional que agora leva para causar grandes picos de gelo no derretimento das placas de gelo.
    "Mesmo uma pequena mudança na temperatura causou um aumento exponencial no derretimento nos últimos anos", disse ela. "Portanto, a resposta da camada de gelo ao aquecimento causado pelo homem não foi linear" - Sarah Das, glaciologista do Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI) e co-autora do estudo.
    Trusel concluiu: "O aquecimento significa mais hoje do que no passado". (G1) Foto (Grandes rios se formam na superfície da Groenlândia a cada verão, movendo rapidamente a água derretida da camada de gelo para o oceano. — Foto: Sarah Das, Woods Hole Oceanographic Institution)
     
    Qual a sua opinião sobre o aquecimento global, o derretimento da geleiras, a consequência disso para a humanidade e todos seres vivos na Terra? E, sobretudo, sobre o papel do homem nesse processo?
  • IMPASSE: Exército impede acesso de equipes da prefeitura de Osasco a conjunto habitacional
     
    Nessa terça-feira, às 9 horas, a Prefeitura de Osasco enviará, novamente, suas equipes para realizar as obras de recapeamento na via de acesso ao Conjunto Habitacional Miguel Costa, construído em área anexa ao Exército, no bairro de Quitaúna, zona Sul da cidade.
    Na semana anterior, homens do Exército impediram o acesso dos caminhões, alegando que a via, ao lado do quartel, é para uso exclusivo das unidades militares.
    Entenda o caso
    .O Conjunto Miguel Costa é um projeto do governo federal em parceria com a Prefeitura e teve início em 2016. Na área onde os prédios foram construídos, havia uma comunidade carente, vivendo em moradias muito precárias.
    Essas famílias chegavam ao terreno pelo acesso de nível da estação de trem – onde há uma cancela – que dá acesso a uma via pública (entre o Quartel do Exército e a linha férrea)
    . O Conjunto Habitacional, construído para atender a demanda habitacional, abrigará a população que já morava na área, além de moradores do Rochdale e do Jardim Santa Rita.
    .Foram realizadas inúmeras reuniões entre Prefeitura e integrantes do Exército. A última reunião entre as partes ocorreu em outubro, onde foram apresentados os estudos da Prefeitura para acesso dos futuros moradores ao Conjunto Habitacional Miguel Costa:
    1 – construção de um túnel,
    2 – viaduto transpondo a Avenida dos Autonomistas e passando sobre a linha férrea, e
    3 – nova saída pela extensão da avenida Marginal (Avenida das Nações Unidas)
    A extensão da avenida mostrou-se como a alternativa técnica e financeiramente mais viável e rápida. Para a extensão dessa via seria necessário a seção de área da União/Exército de aproximadamente 340 metros de comprimento e 15 metros de largura.
    Prefeitura e Exército ainda não entraram em acordo, pois o Exército está relutante, alegando que ocupar o Conjunto Habitacional comprometeria a segurança da unidade militar.
    Para a execução da obra, o projeto foi aprovado em todas as instâncias competentes.
    Serviço:
    Recapeamento de via de acesso ao Conjunto Miguel Costa
    Dia: 4/12
    Local: Avenida dos Autonomistas, em frente ao quartel do Exército, em Quitaúna, em Osasco.
    Contato: Simone Trino (99952-0517) ou Olga Liota (98839-6164).
  • SAÚDE: HMB passa a fornecer medicamentos de quimioterapia para pacientes da unidade
    Desde o começo de novembro deste ano, o Hospital Municipal de Barueri (HMB) passou a fornecer remédios quimioterápicos para os seus pacientes. Após elaboração e viabilização do projeto, a medida, tomada pela Prefeitura de Barueri por meio da Secretaria Municipal de Saúde, garante, além do espaço físico e da equipe médica do hospital, a aquisição dos remédios necessários para o tratamento de câncer.
    “Com essa mudança, o tratamento é oferecido totalmente pela Secretaria Municipal de Saúde e, assim, temos maior agilidade no fornecimento do tratamento e no aumento das opções terapêuticas em relação às medicações”, explica Ricardo da Fonseca, coordenador do setor de oncologia do HMB, que destaca três principais funções da quimioterapia: evitar que a doença retorne, diminuir o tamanho do tumor e acabar em definitivo com o tumor.
    Existem vários tipos de quimioterapia, que podem ser ministradas via oral, pela veia e pelo músculo, e a frequência do tratamento pode ser semanal, quinzenal ou mensal, de acordo com o tamanho do tumor e com o grau de extensão da doença. Além da quimioterapia, alguns pacientes precisam de hormonioterapia e cirurgia, procedimentos que também são oferecidos pela unidade.
    Na semana do Dia Nacional de Combate ao Câncer (27/11), o HMB comemorou a data com a satisfação dos seus pacientes sobre o setor de oncologia. “Agora está bem melhor. Eu faço o tratamento duas vezes por semana e, graças a Deus, até agora não faltou a minha medicação. Eu não tenho o que reclamar da equipe de oncologia. Todos são muito bons, legais e atenciosos”, comenta Maria Cristina Cardoso Dias, 48 anos, que faz tratamento de câncer no intestino grosso e nódulos no fígado.
    “Se toda saúde de São Paulo fosse igual aqui, eu creio que teríamos uma mudança bem grande na saúde pública. Eu sou muito bem tratado neste hospital. Depois desta mudança então, não faltou mais medicação. Para nós, que estamos como pacientes, o tratamento é uma das coisas mais importantes”, comenta Vivaldo Pereira dos Santos, 63 anos, que faz acompanhamento para câncer no estômago. Morador de Barueri há 25 anos, Vivaldo reconhece que o serviço da unidade é muito satisfatório e diz conhecer várias pessoas que optam por alugar suas casas em outras cidades para se mudar para Barueri e aproveitar os benefícios da saúde.
    De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer é o conjunto de mais de 100 doenças que têm crescimento desordenado de células que determinam a formação de tumores malignos e invadem tecidos e órgãos. O câncer pode aparecer em órgãos como mama, próstata, fígado, pulmão e até na pele, inclusive o tipo câncer de pele não-melanoma é o mais frequente no Brasil, correspondendo a 30% de todos os tumores malignos.
    Ainda com base nas informações do INCA, a quimioterapia, um dos tratamentos para combater o câncer, utiliza medicamentos que entram na corrente sanguínea para destruir as células doentes que formam o tumor e para impedir que se espalhem pelo corpo. (SECOM/PMB)

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