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ConecTv promove debate entre os candidatos a prefeito de Pirapora do Bom Jesus

ConecTv promove debate entre os candidatos a prefeito de Pirapora do Bom Jesus Featured

No próximo dia 3 de junho, os eleitores de Pirapora irão às urnas para escolher o novo prefeito da cidade
 
Na próxima segunda-feira, 07/05, a ConecTV, de Osasco, promove um debate entre os candidatos a prefeito nas eleições suplementares de Pirapora do Bom Jesus, O debate será transmitido ao vivo e reprisado pela ConecTv, canal 10 da Cabonnet Megabit, e também através do site www.redeconectv.com.br e redes sociais. O debate será realizado a partir das 20 horas, na sede da emissora, cito à Rua Esther Rombenso, 349, 3º andar, Centro de Osasco.
A Eleição Suplementar direta para os cargos eletivos de prefeito e vice-prefeito em Pirapora do Bom Jesus acontecerá dia 3 de junho. As convenções partidárias já foram realizadas e definiram como candidatos.
 
Candidatos:
 
Alessandro Costa (Prefeito) – Sandra (vice-prefeito) –
Andréa Bueno (Prefeito) -Elias Araújo (vice-prefeito) –
Gregorio Maglio (Prefeito) – Bê (vice-prefeito) –
Marceneiro (Prefeito) – Marcone Muniz (vice-prefeito) –
Neno (Prefeito) – Dr. Alexandre Santos Famá (vice-prefeito) –
O ex-prefeito e candidato Gregorio Maglio já confirmou a sua presença. Os candidatos que não comparecerem ou não aceitarem o convite para o debate terão seus lugares preservados na mesa apenas com a identificação de seu nome.
O debate acontecerá no auditório da CONECTV, que será restrito para apenas 150 convidados, sendo 20 lugares reservados para a imprensa previamente cadastrada através de solicitação por e-mail e devida confirmação da ConecTv, sendo 2 profissionais por veículo.
O evento contará com a presença de um representante designado pela Justiça Eleitoral testemunhando o espírito democrático e de igualdade. O debate visa dar oportunidades iguais aos candidatos para apresentarem suas propostas e ideias e auxiliar a população na decisão do exercício de cidadania que é o ato do voto. (Matéria extraída do Jornal Metrópole - www.jornalmetropole.com.br)
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    E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

    Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

    Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

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     Por Renato Ferreira - 

    O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

    No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

    O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

    Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

    O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

    Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

    No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

    O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

    Próximos debates
    RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
    TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
    Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
    Veja (19.set, 9h) – streaming;
    TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
    SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
    Record (30.set, 22h) – televisão;
    Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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